AREsp 2678294 - DECISAO
O acórdão recorrido foi considerado suficientemente fundamentado e em consonância com a jurisprudência do STJ, especialmente quanto à aplicação do entendimento de que a restituição em dobro independe de prova de má-fé; assim, não houve violação do art. 489 do CPC/2015 e o agravo foi conhecido para, ao final, não conhecer do recurso especial.
- Parties
- Agravante: ITAÚ UNIBANCO S.A.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 August 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
- Legal Topics
- Restituição Em Dobro, Cláusulas Contratuais, Venda Casada, Omissão De Fundamentação (art. 489 Cpc), Capitalização De Juros, Seguros Prestamistas
Case Brief
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Parties
ITAÚ UNIBANCO S.A.
Agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 violação ao art. 489 do CPC/2015
- 2 aplicação do entendimento do EAREsp 676.608 quanto à devolução em dobro sem demonstração de má-fé
- 3 admissibilidade do recurso especial
Ratio Decidendi
O acórdão recorrido foi considerado suficientemente fundamentado e em consonância com a jurisprudência do STJ, especialmente quanto à aplicação do entendimento de que a restituição em dobro independe de prova de má-fé; assim, não houve violação do art. 489 do CPC/2015 e o agravo foi conhecido para, ao final, não conhecer do recurso especial.
Court Disposition
Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
Orders
- Conheço do agravo e não conheço do recurso especial.
- Partes cientificadas de que a insistência injustificada no prosseguimento do feito poderá ensejar a imposição das multas previstas nos arts. 1.021, § 4º, e 1.026, § 2º, do CPC/2015.
Full Case Text
Judgment text and source record
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