AREsp 2544529 - ACORDAO

AREsp 2544529 - ACORDAO

Negou-se provimento ao agravo interno porque a agravante não trouxe argumentos capazes de infirmar a decisão agravada: a suspensão do feito não se aplica à ação de revisão de contrato com quantia ilíquida; o recolhimento do preparo prejudica o pedido de gratuidade; o acórdão recorrido está suficientemente fundamentado (sem ofensa ao art. 489 do CPC/2015); o reconhecimento da abusividade dos juros foi realizado conforme o entendimento do STJ (Tema 27) e alterar tal conclusão demandaria reexame de fatos e provas vedado pelas Súmulas 5 e 7; além disso, não houve demonstração de similitude fática necessária ao dissídio jurisprudencial.

Parties
Agravante: PORTOCRED S.A. - CREDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO - EM LIQUIDACAO EXTRAJUDICIAL; Agravada: Samanta de Souza Ceregatti Dresch
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
10 April 2024
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado Acórdão Da Terceira Turma (sessão Virtual De 02/04/2024 a 08/04/2024)
Legal Topics
Revisão Contratual, Juros Remuneratórios, Liquidação Extrajudicial, Gratuidade De Justiça, Súmulas 5 E 7 Do STJ, Dissídio Jurisprudencial, Art. 489 Do Cpc/2015, Tema 27 Do STJ

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

PORTOCRED S.A. - CREDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO - EM LIQUIDACAO EXTRAJUDICIAL

Agravante

Samanta de Souza Ceregatti Dresch

Agravada

Procedural Posture

Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado Acórdão Da Terceira Turma (sessão Virtual De 02/04/2024 a 08/04/2024)

  1. 1 Pedido de suspensão do processo em razão de liquidação extrajudicial (art. 18 da Lei 6.024/1974)
  2. 2 Compatibilidade entre recolhimento do preparo e pedido de gratuidade de justiça
  3. 3 Alegada violação do art. 489 do CPC/2015 quanto à fundamentação do acórdão

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao agravo interno porque a agravante não trouxe argumentos capazes de infirmar a decisão agravada: a suspensão do feito não se aplica à ação de revisão de contrato com quantia ilíquida; o recolhimento do preparo prejudica o pedido de gratuidade; o acórdão recorrido está suficientemente fundamentado (sem ofensa ao art. 489 do CPC/2015); o reconhecimento da abusividade dos juros foi realizado conforme o entendimento do STJ (Tema 27) e alterar tal conclusão demandaria reexame de fatos e provas vedado pelas Súmulas 5 e 7; além disso, não houve demonstração de similitude fática necessária ao dissídio jurisprudencial.