AREsp 2313072 - DECISAO
Conheceu-se do agravo, mas o pedido revisional e as alegações de erro de identificação não foram acolhidos por ausência de prova nova, robusta e incontroversa demonstrando que a certidão de antecedentes se referia a terceira pessoa; por consequência vedou-se o revolvimento probatório em sede extraordinária nos termos da Súmula 7 do STJ. Mantiveram-se também os fundamentos de que condenações além do período depurador quinquenal podem ser consideradas como maus antecedentes. Os demais pleitos não foram prequestionados na decisão recorrida, atraindo as Súmulas 282 e 356 do STF, motivo pelo qual o recurso especial foi parcialmente conhecido e desprovido.
- Parties
- Agravante: N G DE S; Recorrido: Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 August 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Final No STJ (agravo Conhecido; Recurso Especial Parcialmente Conhecido E Desprovido)
- Outcome
- Agravo conhecido. Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa extensão, desprovido.
- Legal Topics
- Revisão Criminal, Maus Antecedentes, Inadmissibilidade De Recurso Especial, Súmula 7/stj, Prequestionamento, Súmulas 282 E 356/stf
Case Brief
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Parties
N G DE S
Agravante
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
Recorrido
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Final No STJ (agravo Conhecido; Recurso Especial Parcialmente Conhecido E Desprovido)
Legal Issues
- 1 se a certidão de antecedentes utilizada para considerar maus antecedentes pertencia a terceira pessoa (erro de identificação)
- 2 se houve prova nova apta a ensejar revisão criminal
- 3 aplicação do entendimento de que o período depurador quinquenal não impede a consideração de maus antecedentes
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo, mas o pedido revisional e as alegações de erro de identificação não foram acolhidos por ausência de prova nova, robusta e incontroversa demonstrando que a certidão de antecedentes se referia a terceira pessoa; por consequência vedou-se o revolvimento probatório em sede extraordinária nos termos da Súmula 7 do STJ. Mantiveram-se também os fundamentos de que condenações além do período depurador quinquenal podem ser consideradas como maus antecedentes. Os demais pleitos não foram prequestionados na decisão recorrida, atraindo as Súmulas 282 e 356 do STF, motivo pelo qual o recurso especial foi parcialmente conhecido e desprovido.
Court Disposition
Agravo conhecido. Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa extensão, desprovido.
Orders
- Conheço do agravo; conheço parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, nego provimento.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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