HC 679494 - DECISAO
Denega-se a ordem porque não se verificou flagrante ilegalidade: a nulidade apontada encontra-se preclusa por não ter sido arguida oportunamente e não há demonstração de efetivo prejuízo nos termos do art. 563 do CPP; além disso, os delitos imputados são autônomos e tutelam bens jurídicos distintos, afastando a aplicação do princípio da consunção.
- Parties
- Paciente: ILSON MENDES; Autoridade Coatora: TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO; Manifestante: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 February 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória
- Outcome
- Habeas corpus denegado
- Legal Topics
- Revisão Criminal, Nulidade Processual, Art. 402 CPP, Preclusão, Princípio Pas De Nullité Sans Grief (art. 563 Cpp), Princípio Da Consunção, Dosimetria Da Pena, Crimes Contra Licitação (art. 90, Lei 8.666/1993), Crime De Responsabilidade (art. 1º, I, Decreto Lei 201/1967)
Case Brief
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Parties
ILSON MENDES
Paciente
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
Autoridade Coatora
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Manifestante
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 cabimento de habeas corpus quando existe recurso legal cabível
- 2 nulidade por oitiva de testemunha na fase do art. 402 do CPP e oportunidade de novo interrogatório
- 3 preclusão da matéria por não alegação na primeira oportunidade
Ratio Decidendi
Denega-se a ordem porque não se verificou flagrante ilegalidade: a nulidade apontada encontra-se preclusa por não ter sido arguida oportunamente e não há demonstração de efetivo prejuízo nos termos do art. 563 do CPP; além disso, os delitos imputados são autônomos e tutelam bens jurídicos distintos, afastando a aplicação do princípio da consunção.
Court Disposition
Habeas corpus denegado
Orders
- Denego o Habeas Corpus.
- Publique-se.
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