HC 916702 - DECISAO
Não conhecer do habeas corpus porque a impetração era substitutiva de recurso próprio, modalidade que esta Corte não admite salvo flagrante ilegalidade, a qual não se verificou; as questões suscitadas (reconhecimento de participação de menor importância e aplicação do direito ao esquecimento) foram analisadas pelo Tribunal de origem e amparadas em conjunto probatório, de modo que a modificação implicaria reexame de provas vedado no writ; ademais, a condenação anterior teve extinção da pena em 12/04/2010 e o novo fato ocorreu em 31/07/2017, não tendo decorrido lapso superior a dez anos para afastar a valoração dos maus antecedentes.
- Parties
- Paciente: GERALDO DA SILVA JÚNIOR; Tribunal a Quo: Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais; Interveniente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 20 June 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Decisão De Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Roubo Majorado, Corrupção De Menores, Participação De Menor Importância, Direito Ao Esquecimento, Dosimetria Da Pena, Maus Antecedentes, Reconhecimento Fotográfico, Vedação Ao Reexame De Provas No Habeas Corpus
Case Brief
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Parties
GERALDO DA SILVA JÚNIOR
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
Tribunal a Quo
Ministério Público Federal
Interveniente
Procedural Posture
Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Decisão De Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 admissibilidade de habeas corpus substitutivo de recurso próprio
- 2 reconhecimento da participação de menor importância
- 3 aplicação da tese do direito ao esquecimento para afastar maus antecedentes
Ratio Decidendi
Não conhecer do habeas corpus porque a impetração era substitutiva de recurso próprio, modalidade que esta Corte não admite salvo flagrante ilegalidade, a qual não se verificou; as questões suscitadas (reconhecimento de participação de menor importância e aplicação do direito ao esquecimento) foram analisadas pelo Tribunal de origem e amparadas em conjunto probatório, de modo que a modificação implicaria reexame de provas vedado no writ; ademais, a condenação anterior teve extinção da pena em 12/04/2010 e o novo fato ocorreu em 31/07/2017, não tendo decorrido lapso superior a dez anos para afastar a valoração dos maus antecedentes.
Court Disposition
Não conheço do habeas corpus
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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