AREsp 2419667 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo regimental porque, no caso concreto, o reconhecimento extrajudicial realizado pelo corréu referia-se a pessoas que ele já conhecia, de modo que o rito do art. 226 do CPP não era exigível; além disso, a condenação não se baseou exclusivamente em elementos do inquérito, havendo provas judicializadas e corroboradoras (depoimento da vítima, testemunha presencial, depoimentos de policiais e do delegado e confissão/delação de Murilo) que formaram conjunto probatório robusto e suficiente para manter o decreto condenatório.
- Parties
- Agravante: EDNER SILVÉRIO DE SOUZA; Corréu: MURILO DE BIAGI COSTA; Réu: ALDO UILSON DE ARAÚJO RUAS; Réu: DENIS ALEXANDRE BARIONI; Réu: ALINE RAFAELA VIEIRA; Réu: VICTOR HUGO VEIGA; Vítima: Lourdes Maria Lofrano Stégano
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 May 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Nos Embargos De Declaração No Agravo Em Recurso Especial / Decisão Colegiada Negado Provimento Ao Agravo Regimental
- Outcome
- Negado provimento ao agravo regimental
- Legal Topics
- Roubo Majorado, Reconhecimento De Pessoas, Reconhecimento Fotográfico, Art. 226 Do CPP, Art. 155 Do CPP, Valoração Da Prova, Confissão Extrajudicial, Resolução CNJ N. 484/2022
Case Brief
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Parties
EDNER SILVÉRIO DE SOUZA
Agravante
MURILO DE BIAGI COSTA
Corréu
ALDO UILSON DE ARAÚJO RUAS
Réu
DENIS ALEXANDRE BARIONI
Réu
ALINE RAFAELA VIEIRA
Réu
VICTOR HUGO VEIGA
Réu
Lourdes Maria Lofrano Stégano
Vítima
Procedural Posture
Agravo Regimental Nos Embargos De Declaração No Agravo Em Recurso Especial / Decisão Colegiada Negado Provimento Ao Agravo Regimental
Legal Issues
- 1 obrigatoriedade do procedimento do art. 226 do CPP para reconhecimento de pessoas
- 2 exceção quando se trata de identificação nominal de pessoa conhecida
- 3 vedação à condenação baseada exclusivamente em elementos informativos do inquérito (art. 155 CPP)
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo regimental porque, no caso concreto, o reconhecimento extrajudicial realizado pelo corréu referia-se a pessoas que ele já conhecia, de modo que o rito do art. 226 do CPP não era exigível; além disso, a condenação não se baseou exclusivamente em elementos do inquérito, havendo provas judicializadas e corroboradoras (depoimento da vítima, testemunha presencial, depoimentos de policiais e do delegado e confissão/delação de Murilo) que formaram conjunto probatório robusto e suficiente para manter o decreto condenatório.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo regimental
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental
Full Case Text
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