AREsp 1674823 - DECISAO
O Tribunal considerou que, no caso concreto, houve falha na segurança do banco (comprovada por confissão dos integrantes da quadrilha e fotografias do circuito interno demonstrando ausência de dispositivo de privacidade), que autorizou a condenação e a quantificação das indenizações; reputou ainda que os valores arbitrados pelo tribunal local (R$ 80.000,00 e R$ 40.000,00 por pessoa, totalizando R$ 560.000,00) são razoáveis e proporcionais, motivo pelo qual negou provimento ao agravo e manteve o acórdão recorrido, majorando em 10% os honorários já arbitrados nos termos do art. 85, § 11, do CPC/15.
- Parties
- Agravante: Francisco Manuel Sotto Mayor Negrão Mascarenhas; Agravante: Maria Alice da Fonseca Bittencourt; Agravante: Luisa Bittencourt Mascarenhas; Agravante: Isabel Bittencourt Mascarenhas; Agravante: Domingas Mascarenhas Azeredo; Agravante: A.M.A; Agravante: M.M.A; Agravante: Maria Vitória da Fonseca Bittencourt; Autor: GUIMAS BEBIDAS E COMESTÍVEIS LTDA.; Réu/agravado: BANCO BRADESCO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 June 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Mérito Do Agravo (nega Provimento)
- Outcome
- Nego provimento ao agravo.
- Legal Topics
- Saidinha De Banco, Quantificação Dos Danos Morais, Dano in Re Ipsa, Dano Moral Da Pessoa Jurídica, Pensionamento (pensão), Ressarcimento De Quantia Subtraída, Culpa Concorrente, Honorários Advocatícios
Case Brief
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Parties
Francisco Manuel Sotto Mayor Negrão Mascarenhas
Agravante
Maria Alice da Fonseca Bittencourt
Agravante
Luisa Bittencourt Mascarenhas
Agravante
Isabel Bittencourt Mascarenhas
Agravante
Domingas Mascarenhas Azeredo
Agravante
A.M.A
Agravante
M.M.A
Agravante
Maria Vitória da Fonseca Bittencourt
Agravante
GUIMAS BEBIDAS E COMESTÍVEIS LTDA.
Autor
BANCO BRADESCO
Réu/agravado
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Mérito Do Agravo (nega Provimento)
Legal Issues
- 1 responsabilidade do banco por crime conhecido como "saidinha de banco" quando autores do crime observaram a vítima dentro da agência
- 2 quantificação dos danos morais e possibilidade de reexame quando excessivos ou irrisórios
- 3 reconhecimento de dano moral in re ipsa aos familiares por morte violenta
Ratio Decidendi
O Tribunal considerou que, no caso concreto, houve falha na segurança do banco (comprovada por confissão dos integrantes da quadrilha e fotografias do circuito interno demonstrando ausência de dispositivo de privacidade), que autorizou a condenação e a quantificação das indenizações; reputou ainda que os valores arbitrados pelo tribunal local (R$ 80.000,00 e R$ 40.000,00 por pessoa, totalizando R$ 560.000,00) são razoáveis e proporcionais, motivo pelo qual negou provimento ao agravo e manteve o acórdão recorrido, majorando em 10% os honorários já arbitrados nos termos do art. 85, § 11, do CPC/15.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo.
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Majoro em 10% a quantia já arbitrada a título de honorários em favor da parte recorrida, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/15.
Full Case Text
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