REsp 1903134 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e conheceu-se parcialmente do recurso especial, negando-lhe provimento, porque o Tribunal de origem fundamentadamente decidiu que o produtor rural pessoa física não constituído como pessoa jurídica com registro no CNPJ não é sujeito passivo do salário-educação; não houve omissão nos termos do art. 1.022, II, CPC/2015; e eventual ato de planejamento fiscal abusivo deve ser apurado em fiscalização dirigida à pessoa jurídica, não sendo matéria a ser dilatada em mandado de segurança; além disso, a agravante não combatheu fundamentos autônomos do acórdão, incorrendo em razões recursais dissociadas.
- Parties
- Agravante: FAZENDA NACIONAL; Impetrante: produtor rural pessoa física
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 February 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo Em Recurso Especial (conhecido; Recurso Especial Conhecido Parcialmente E Negado Provimento)
- Outcome
- Conheço do Agravo; conheço parcialmente do Recurso Especial e nego-lhe provimento.
- Legal Topics
- Salário Educação, Mandado De Segurança, Legitimidade Passiva, Planejamento Tributário Abusivo, Desconsideração Da Forma Em Favor Da Substância, Omissão Em Embargos De Declaração, Admissibilidade De Recurso Especial
Case Brief
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Parties
FAZENDA NACIONAL
Agravante
produtor rural pessoa física
Impetrante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo Em Recurso Especial (conhecido; Recurso Especial Conhecido Parcialmente E Negado Provimento)
Legal Issues
- 1 incidência da contribuição do salário-educação sobre produtor rural pessoa física que é sócio-administrador de pessoa jurídica
- 2 existência de omissão nos termos do art. 1.022, II, CPC/2015
- 3 aplicação dos arts. 109, 116 e 118 do CTN e possibilidade de desconsideração de formas jurídicas em caso de planejamento abusivo
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e conheceu-se parcialmente do recurso especial, negando-lhe provimento, porque o Tribunal de origem fundamentadamente decidiu que o produtor rural pessoa física não constituído como pessoa jurídica com registro no CNPJ não é sujeito passivo do salário-educação; não houve omissão nos termos do art. 1.022, II, CPC/2015; e eventual ato de planejamento fiscal abusivo deve ser apurado em fiscalização dirigida à pessoa jurídica, não sendo matéria a ser dilatada em mandado de segurança; além disso, a agravante não combatheu fundamentos autônomos do acórdão, incorrendo em razões recursais dissociadas.
Court Disposition
Conheço do Agravo; conheço parcialmente do Recurso Especial e nego-lhe provimento.
Orders
- Conheço do Agravo.
- Conheço parcialmente do Recurso Especial.
Full Case Text
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