REsp 2225617 - ACORDAO
O Tribunal concluiu que, nos termos do art. 5º da Lei n. 9.138/1995 e da jurisprudência do STJ, o agente financeiro contratante (Banco do Brasil) é o responsável pelo alongamento ou securitização da dívida rural, não havendo interesse jurídico da União na demanda; por isso a União é ilegitima passive e deve ser excluída do polo passivo, com remessa dos autos à Justiça estadual.
- Parties
- Recorrente: BANCO DO BRASIL S/A; Recorrente: OUTRO; Recorrido: UNIÃO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 October 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento (acórdão) Provido Parcialmente
- Outcome
- Recursos especiais parcialmente conhecidos e, nessa extensão, providos
- Legal Topics
- Securitização De Dívida Rural, Denunciação Da União À Lide, Ilegitimidade Passiva Da União, Responsabilidade Do Agente Financeiro, Lei N. 9.138/1995
Case Brief
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Parties
BANCO DO BRASIL S/A
Recorrente
OUTRO
Recorrente
UNIÃO
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento (acórdão) Provido Parcialmente
Legal Issues
- 1 alegada violação do art. 93, IX, da CF/1988
- 2 alegada violação dos arts. 458 e 535 do CPC/1973
- 3 incidência do art. 5º da Lei n. 9.138/1995 sobre securitização/alongamento de dívida rural
Ratio Decidendi
O Tribunal concluiu que, nos termos do art. 5º da Lei n. 9.138/1995 e da jurisprudência do STJ, o agente financeiro contratante (Banco do Brasil) é o responsável pelo alongamento ou securitização da dívida rural, não havendo interesse jurídico da União na demanda; por isso a União é ilegitima passive e deve ser excluída do polo passivo, com remessa dos autos à Justiça estadual.
Court Disposition
Recursos especiais parcialmente conhecidos e, nessa extensão, providos
Orders
- Excluir a União do polo passivo da lide
- Determinar a remessa dos autos à Justiça estadual
Full Case Text
Judgment text and source record
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