REsp 2191587 - ACORDAO
O acórdão manteve a conclusão de que a recorrente não comprovou que o estado de embriaguez do condutor foi a causa determinante do acidente; assim, não há prova de agravamento intencional do risco nos termos do art. 768 do CC que justifique a exclusão da cobertura, e, além disso, a reapreciação do conjunto probatório é vedada no Recurso Especial pela Súmula nº 7 do STJ; face a isso, negou-se provimento ao recurso especial e manteve-se a condenação da seguradora ao pagamento das indenizações conforme apólice e sentença de primeira instância.
- Parties
- Autor: Maria Fátima Coelho de Sousa Oliveira; Autor: Chrislayne Alves da Silva; Autor: Vinicius Matheus Alves da Silva; Recorrente: Allianz Seguros S/A; Corréu: Joacy Pereira da Silva; Corréu: Johannes Soares da Silva
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 August 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento (quarta Turma) Acórdão (negado Provimento)
- Legal Topics
- Seguro De Veículo, Agravamento Do Risco, Embriaguez, Cobertura Securitária, Responsabilidade Civil, Danos Morais, Danos Materiais, Prova Do Nexo Causal, Súmula 7 Do STJ, Súmula 620 Do STJ
Case Brief
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Parties
Maria Fátima Coelho de Sousa Oliveira
Autor
Chrislayne Alves da Silva
Autor
Vinicius Matheus Alves da Silva
Autor
Allianz Seguros S/A
Recorrente
Joacy Pereira da Silva
Corréu
Johannes Soares da Silva
Corréu
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento (quarta Turma) Acórdão (negado Provimento)
Legal Issues
- 1 Se a embriaguez do condutor exclui automaticamente a cobertura securitária
- 2 Se houve comprovação de nexo causal entre embriaguez e o acidente
- 3 Aplicação do art. 768 do CC quanto ao agravamento intencional do risco
Ratio Decidendi
O acórdão manteve a conclusão de que a recorrente não comprovou que o estado de embriaguez do condutor foi a causa determinante do acidente; assim, não há prova de agravamento intencional do risco nos termos do art. 768 do CC que justifique a exclusão da cobertura, e, além disso, a reapreciação do conjunto probatório é vedada no Recurso Especial pela Súmula nº 7 do STJ; face a isso, negou-se provimento ao recurso especial e manteve-se a condenação da seguradora ao pagamento das indenizações conforme apólice e sentença de primeira instância.
Full Case Text
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