EREsp 1854302 - DECISAO
Reconsiderou-se a decisão monocrática e negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem decidiu, com fundamentação suficiente, que a apólice coletiva não cobria a doença ocupacional alegada e aplicou a orientação consolidada do STJ de que o dever de informação no seguro coletivo cabe à estipulante; alterar tal conclusão exigiria reexame de fatos, provas e cláusulas contratuais, vedado em recurso especial pelas Súmulas 5 e 7 do STJ. Ademais, procedeu-se à majoração em 20% dos honorários advocatícios conforme art. 85, § 11, CPC/2015.
- Parties
- Agravante: PRUDENTIAL DO BRASIL VIDA EM GRUPO S.A. - SUCESSORA DE ITAÚ SEGUROS S.A.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 September 2021
- Procedural Posture
- Recurso Especial (agravo Interno) / Decisão Da Seção/turma Do STJ Agravo Interno Acolhido E Recurso Especial Julgado (negado Provimento)
- Outcome
- Agravo interno acolhido, decisão monocrática reconsiderada, e recurso especial negado provimento.
- Legal Topics
- Seguro De Vida Em Grupo, Dever De Informação, Invalidez Funcional (ifpd) Vs Invalidez Laborativa (ilpd), Responsabilidade Da Estipulante, Súmulas 5 E 7 Do STJ, Reexame De Fatos E Provas Em Recurso Especial
Case Brief
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Parties
PRUDENTIAL DO BRASIL VIDA EM GRUPO S.A. - SUCESSORA DE ITAÚ SEGUROS S.A.
Agravante
Procedural Posture
Recurso Especial (agravo Interno) / Decisão Da Seção/turma Do STJ Agravo Interno Acolhido E Recurso Especial Julgado (negado Provimento)
Legal Issues
- 1 admissibilidade do recurso especial frente às Súmulas 5 e 7 do STJ
- 2 dever de informação no seguro coletivo: competência da estipulante ou da seguradora
- 3 distinção jurisprudencial entre Invalidez Funcional Permanente Total por Doença (IFPD) e Invalidez Laborativa Permanente Total por Doença (ILPD)
Ratio Decidendi
Reconsiderou-se a decisão monocrática e negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem decidiu, com fundamentação suficiente, que a apólice coletiva não cobria a doença ocupacional alegada e aplicou a orientação consolidada do STJ de que o dever de informação no seguro coletivo cabe à estipulante; alterar tal conclusão exigiria reexame de fatos, provas e cláusulas contratuais, vedado em recurso especial pelas Súmulas 5 e 7 do STJ. Ademais, procedeu-se à majoração em 20% dos honorários advocatícios conforme art. 85, § 11, CPC/2015.
Court Disposition
Agravo interno acolhido, decisão monocrática reconsiderada, e recurso especial negado provimento.
Orders
- Negar provimento ao recurso especial.
- Majorar em 20% (vinte por cento) o valor atualizado dos honorários advocatícios arbitrados na origem em favor da agravante, observando-se os limites dos §§ 2º e 3º do art. 85 do CPC/2015.
Full Case Text
Judgment text and source record
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