AREsp 1843969 - DECISAO
Concluiu-se que, comprovado nos autos que o sequestro relâmpago teve início no interior da agência e não tendo o banco demonstrado excludente de ilicitude (poderia fazê-lo com imagens das câmeras de segurança) e não tendo adotado medidas como bloqueio de transações que excederam limites, restou configurada a falha na prestação do serviço e a responsabilidade objetiva da instituição financeira nos termos do CDC art. 14; assim, não se conheceu do recurso especial, porquanto a alteração da conclusão envolveria reexame fático-probatório vedado pela Súmula 7/STJ, e faltou prequestionamento quanto a determinados dispositivos invocados, razão pela qual o agravo foi conhecido para não conhecer do...
- Parties
- Autora: Maria Ancelma Costa Montalvão; Autor: Fernando Montalvão; Requerido/recorrente: Banco do Brasil S.A.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 May 2021
- Procedural Posture
- Ação De Indenização Por Danos Materiais E Morais / Agravo Em Recurso Especial Conhecido Para Não Conhecer Do Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
- Legal Topics
- Sequestro Relâmpago, Responsabilidade Objetiva, Falha Na Prestação De Serviço, Excludente De Ilicitude, Súmula 7/stj, Súmula 83/stj, Prequestionamento, Honorários Advocatícios
Case Brief
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Parties
Maria Ancelma Costa Montalvão
Autora
Fernando Montalvão
Autor
Banco do Brasil S.A.
Requerido/recorrente
Procedural Posture
Ação De Indenização Por Danos Materiais E Morais / Agravo Em Recurso Especial Conhecido Para Não Conhecer Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Responsabilidade civil objetiva da instituição financeira por sequestro relâmpago iniciado no interior da agência
- 2 Possibilidade de excludente de responsabilidade pela instituição financeira e prova por meio de câmeras de segurança
- 3 Limitação à reavaliação de matéria fático-probatória por força da Súmula 7/STJ
Ratio Decidendi
Concluiu-se que, comprovado nos autos que o sequestro relâmpago teve início no interior da agência e não tendo o banco demonstrado excludente de ilicitude (poderia fazê-lo com imagens das câmeras de segurança) e não tendo adotado medidas como bloqueio de transações que excederam limites, restou configurada a falha na prestação do serviço e a responsabilidade objetiva da instituição financeira nos termos do CDC art. 14; assim, não se conheceu do recurso especial, porquanto a alteração da conclusão envolveria reexame fático-probatório vedado pela Súmula 7/STJ, e faltou prequestionamento quanto a determinados dispositivos invocados, razão pela qual o agravo foi conhecido para não conhecer do...
Court Disposition
Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
Orders
- Conhecer do agravo e não conhecer do recurso especial
- Manter a sentença de primeiro grau que condenou a instituição financeira ao ressarcimento dos valores sacados
Full Case Text
Judgment text and source record
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