AREsp 1718482 - ACORDAO
O agravo interno foi improvido porque o acórdão recorrido aplicou a jurisprudência do STJ de que a Administração tem prazo decadencial de 5 anos, contado da prática do ato, para anulá-lo salvo comprovada má-fé, e a alegada divergência não se mostrou apta a ensejar conhecimento do recurso especial, incidindo a Súmula 83/STJ.
- Parties
- Impetrante: Neide de Melo Lopes; Recorrente/agravante: União; Autoridade Coatora: Coordenador de Administração de Recursos Humanos do Ministério do Trabalho e Previdência Social
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 May 2021
- Procedural Posture
- Mandado De Segurança / Agravo Interno Em Recurso Especial (segunda Turma)
- Outcome
- Agravo interno improvido; negado provimento ao agravo interno.
- Legal Topics
- Servidor Público, Ato Administrativo, Decadência Quinquenal, Anulação De Ato Administrativo, Súmula 83/stj, Art. 54 Da Lei 9.784/1999
Case Brief
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Parties
Neide de Melo Lopes
Impetrante
União
Recorrente/agravante
Coordenador de Administração de Recursos Humanos do Ministério do Trabalho e Previdência Social
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Mandado De Segurança / Agravo Interno Em Recurso Especial (segunda Turma)
Legal Issues
- 1 aplicação do prazo decadencial de 5 anos previsto no art. 54 da Lei 9.784/1999
- 2 exceção por comprovada má-fé
- 3 possibilidade de anulação de ato administrativo manifestamente nulo
Ratio Decidendi
O agravo interno foi improvido porque o acórdão recorrido aplicou a jurisprudência do STJ de que a Administração tem prazo decadencial de 5 anos, contado da prática do ato, para anulá-lo salvo comprovada má-fé, e a alegada divergência não se mostrou apta a ensejar conhecimento do recurso especial, incidindo a Súmula 83/STJ.
Court Disposition
Agravo interno improvido; negado provimento ao agravo interno.
Orders
- Negar provimento ao agravo interno.
- Manter o acórdão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região que concedeu a segurança.
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