AREsp 1926448 - DECISAO
Os embargos de declaração foram rejeitados porque não houve obscuridade, contradição, omissão ou erro material na decisão embargada; a alegada suspensão de prazos fora do período fixado pela Resolução CNJ n.313/2020 não foi comprovada por documento oficial ou certidão do tribunal de origem no momento da interposição do recurso; e não se pode utilizar embargos para rediscutir matéria já decidida, havendo ainda preclusão em relação ao pedido de fls. 405/408.
- Parties
- Embargante: GMO SANTOS EIRELI
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 September 2021
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão
- Outcome
- Rejeitados os embargos de declaração
- Legal Topics
- Suspensão De Prazos Processuais, Pandemia COVID 19, Embargos De Declaração, Omissão, Preclusão, Unirrecorribilidade, Multa Por Embargos Protelatórios
Case Brief
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Parties
GMO SANTOS EIRELI
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão
Legal Issues
- 1 omissão quanto à suspensão dos prazos em razão da pandemia de COVID-19
- 2 necessidade de comprovação da suspensão por documento oficial ou certidão do tribunal de origem
- 3 inadmissibilidade de rediscussão de matéria já decidida por meio de embargos de declaração
Ratio Decidendi
Os embargos de declaração foram rejeitados porque não houve obscuridade, contradição, omissão ou erro material na decisão embargada; a alegada suspensão de prazos fora do período fixado pela Resolução CNJ n.313/2020 não foi comprovada por documento oficial ou certidão do tribunal de origem no momento da interposição do recurso; e não se pode utilizar embargos para rediscutir matéria já decidida, havendo ainda preclusão em relação ao pedido de fls. 405/408.
Court Disposition
Rejeitados os embargos de declaração
Orders
- Rejeito os embargos de declaração
- Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC)
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