AREsp 2701028 - DECISAO

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Negou‑se provimento ao agravo porque a suspensão do feito não se justificava diante de ação em fase de conhecimento; o pedido de justiça gratuita não teria eficácia retroativa e, ademais, não beneficiaria o recurso; não houve prequestionamento para conhecer das alegadas violações dos arts. 489 §1º e 927 do CPC; por...

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Parties
Agravante: Portocred; Autora: parte autora; Ré: ré
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
04 December 2024
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial (revisional De Contrato Consignado) / Decisão
Legal Topics
Suspensão Do Processo, Justiça Gratuita, Juros Remuneratórios, Abusividade Contratual, Repetição Do Indébito, Correção Monetária, Honorários Advocatícios, Prequestionamento, Dissídio Jurisprudencial, Admissibilidade De Recurso Especial
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Parties

Portocred

Agravante

parte autora

Autora

Procedural Posture

Agravo Nos Próprios Autos Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial (revisional De Contrato Consignado) / Decisão

  1. 1 incidência do art. 18 da Lei n. 6.024/1974 e suspensão do processo por liquidação extrajudicial
  2. 2 concessão de justiça gratuita a pessoa jurídica e efeitos ex nunc
  3. 3 fundamentação do acórdão e art. 489, §1º, VI do CPC/2015

Ratio Decidendi

Negou‑se provimento ao agravo porque a suspensão do feito não se justificava diante de ação em fase de conhecimento; o pedido de justiça gratuita não teria eficácia retroativa e, ademais, não beneficiaria o recurso; não houve prequestionamento para conhecer das alegadas violações dos arts. 489 §1º e 927 do CPC; por fim, manteve‑se o entendimento do Tribunal de origem quanto à abusividade das taxas remuneratórias, diante da discrepância relevante entre as taxas contratadas e a média do BACEN e da ausência de prova justificadora pela instituição financeira.