AREsp 2836400 - DECISAO
O Tribunal concluiu que a questão sobre a executividade do contrato foi devidamente enfrentada e fundamentada, estando em consonância com a jurisprudência do STJ que admite a mitigação da exigência de assinatura de duas testemunhas quando há outro meio idôneo de comprovação; no caso concreto, as assinaturas dos dois corretores foram suficientes para relativizar o inciso III do art. 784 do CPC; além disso, a modificação da conclusão demandaria reexame de fatos e provas vedado pela Súmula 7/STJ, e não houve omissão quanto ao dever de fundamentação, pois os precedentes invocados eram persuasivos e não vinculantes.
- Parties
- Agravante/recorrente: MANA AGROPECUÁRIA LTDA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 August 2025
- Procedural Posture
- Agravo De Instrumento / Recurso Especial / Decisão Sobre Admissibilidade E Mérito Do Recurso Especial
- Legal Topics
- Título Executivo Extrajudicial, Assinatura De Testemunhas, Mitigação De Requisito Formal, Dever De Fundamentação (art. 489 §1º), Distinguishing, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
MANA AGROPECUÁRIA LTDA
Agravante/recorrente
Procedural Posture
Agravo De Instrumento / Recurso Especial / Decisão Sobre Admissibilidade E Mérito Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Obrigatoriedade da assinatura de duas testemunhas no documento particular para configurá-lo como título executivo extrajudicial (art. 784, III, CPC)
- 2 Possibilidade de mitigação da exigência das duas testemunhas quando há outro meio idôneo de comprovação
- 3 Alegada omissão/violação do dever de fundamentação (art. 489, §1º, incs. III, IV e VI e art. 1.022 do CPC)
Ratio Decidendi
O Tribunal concluiu que a questão sobre a executividade do contrato foi devidamente enfrentada e fundamentada, estando em consonância com a jurisprudência do STJ que admite a mitigação da exigência de assinatura de duas testemunhas quando há outro meio idôneo de comprovação; no caso concreto, as assinaturas dos dois corretores foram suficientes para relativizar o inciso III do art. 784 do CPC; além disso, a modificação da conclusão demandaria reexame de fatos e provas vedado pela Súmula 7/STJ, e não houve omissão quanto ao dever de fundamentação, pois os precedentes invocados eram persuasivos e não vinculantes.
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