AREsp 2541895 - DECISAO
Rejeitaram-se os embargos porque não foi demonstrada, por documento oficial, a suspensão do expediente forense em 13/10/2023; aplicando-se o CPC/2015 à contagem do prazo a partir da publicação em 4/10/2023, o prazo de 15 dias úteis findou em 26/10/2023 e o agravo foi interposto em 27/10/2023, portanto intempestivo; além disso, os embargos não apontaram obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum embargado.
- Parties
- Embargante: COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO HABITACIONAL E URBANO DO ESTADO DE SAO PAULO - CDHU
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 May 2024
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição Dos Embargos
- Outcome
- Rejeitados os embargos de declaração
- Legal Topics
- Tempestividade, Feriado, Intimação, Requisitos De Admissibilidade Recursal, Recesso Forense, Embargos De Declaração, Multas Por Embargos Protelatórios
Case Brief
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Parties
COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO HABITACIONAL E URBANO DO ESTADO DE SAO PAULO - CDHU
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição Dos Embargos
Legal Issues
- 1 necessidade de comprovação de feriado local para suspensão de prazos
- 2 aplicação do princípio tempus regit actum e do CPC/2015 aos recursos cujas decisões foram publicadas a partir de 18/03/2016
- 3 contagem de prazo recursal considerando feriados nacionais e locais
Ratio Decidendi
Rejeitaram-se os embargos porque não foi demonstrada, por documento oficial, a suspensão do expediente forense em 13/10/2023; aplicando-se o CPC/2015 à contagem do prazo a partir da publicação em 4/10/2023, o prazo de 15 dias úteis findou em 26/10/2023 e o agravo foi interposto em 27/10/2023, portanto intempestivo; além disso, os embargos não apontaram obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum embargado.
Court Disposition
Rejeitados os embargos de declaração
Orders
- Rejeito os embargos de declaração.
- Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC).
Full Case Text
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