AREsp 2604926 - DECISAO
Os embargos de declaração foram rejeitados porque não há omissão, contradição, obscuridade ou erro material a ser sanado; aplicou-se o CPC/2015 como marco temporal, considerando-se a publicação em 24/8/2023, iniciando-se a contagem em 25/8/2023, excluindo-se 7/9/2023 por feriado nacional, o que resultou no término do prazo recursal em 15/9/2023, e o recurso especial foi interposto em 18/9/2023, portanto intempestivo; ainda se concluiu que a via dos embargos não é adequada para rediscutir matéria já decidida.
- Parties
- Embargante: ELEN CUNHA RIBEIRO CASSOLA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 July 2024
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão
- Outcome
- Rejeitados os embargos de declaração
- Legal Topics
- Tempestividade, Embargos De Declaração, Prazo Recursal, Aplicação Do Cpc/2015, Feriado Nacional, Requisitos De Admissibilidade Recursal, Multa Por Embargos Protelatórios
Case Brief
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Parties
ELEN CUNHA RIBEIRO CASSOLA
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão
Legal Issues
- 1 Tempestividade do recurso especial e contagem do prazo
- 2 Incidência do Código de Processo Civil de 2015 como marco temporal (princípio tempus regit actum)
- 3 Cabimento dos embargos de declaração para suprir omissão, contradição, obscuridade ou erro material
Ratio Decidendi
Os embargos de declaração foram rejeitados porque não há omissão, contradição, obscuridade ou erro material a ser sanado; aplicou-se o CPC/2015 como marco temporal, considerando-se a publicação em 24/8/2023, iniciando-se a contagem em 25/8/2023, excluindo-se 7/9/2023 por feriado nacional, o que resultou no término do prazo recursal em 15/9/2023, e o recurso especial foi interposto em 18/9/2023, portanto intempestivo; ainda se concluiu que a via dos embargos não é adequada para rediscutir matéria já decidida.
Court Disposition
Rejeitados os embargos de declaração
Orders
- Rejeito os embargos de declaração.
- Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC).
Full Case Text
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