AREsp 1811913 - DECISAO
Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque a recorrente não indicou de forma explícita o permissivo constitucional autorizador (art. 105, III, CF) nem demonstrou adequadamente o dissídio jurisprudencial exigido, caracterizando deficiência na fundamentação do recurso nos termos da Súmula 284/STF e do art. 1.029, II, do CPC/2015; ademais, a controvérsia quanto à aplicação do CDC e à teoria finalista dependeria de reexame de fatos e provas, o que está vedado pela Súmula 7/STJ.
- Parties
- Recorrente/agravante: TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE CARGA MJL LTDA; Recorrida/seguradora: RECORRIDA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 March 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento / Não Admissão Do Recurso Especial
- Legal Topics
- Teoria Finalista, Hipossuficiência Técnica, Cláusula De Gerenciamento De Risco, Inadmissibilidade Do Recurso Especial, Demonstração De Dissídio Jurisprudencial, Súmula 284 STF, Súmula 7 STJ
Case Brief
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Parties
TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE CARGA MJL LTDA
Recorrente/agravante
RECORRIDA
Recorrida/seguradora
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento / Não Admissão Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Incidência do Código de Defesa do Consumidor em contrato de seguro de transporte de cargas celebrado por transportadora
- 2 Aplicabilidade da teoria finalista para definir destinatário final
- 3 Existência de deficiência na fundamentação do recurso especial (falta de indicação do permissivo constitucional)
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque a recorrente não indicou de forma explícita o permissivo constitucional autorizador (art. 105, III, CF) nem demonstrou adequadamente o dissídio jurisprudencial exigido, caracterizando deficiência na fundamentação do recurso nos termos da Súmula 284/STF e do art. 1.029, II, do CPC/2015; ademais, a controvérsia quanto à aplicação do CDC e à teoria finalista dependeria de reexame de fatos e provas, o que está vedado pela Súmula 7/STJ.
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