REsp 2037229 - DECISAO

REsp 2037229 - DECISAO

Reconsiderou-se parcialmente a decisão anterior quanto à não incidência das Súmulas 282 e 356, conheceu-se em parte do recurso especial e, nessa extensão, negou-se provimento; entendeu-se que não houve negativa de prestação jurisdicional porque o Tribunal de origem se manifestou de forma suficiente sobre as questões suscitadas (valoração do laudo pericial, caracterização de terreno de marinha e juros), que a consideração da área como terreno de marinha está em consonância com a Súmula 496/STJ e que a revisão dessa conclusão exigiria reexame de fatos vedado pela Súmula 7/STJ, e aplicou-se a orientação vinculante do STF sobre juros compensatórios (redução para 6% a.a.) conforme ADI 2.332/DF.

Parties
Recorrente: SHIRLEY LOPES; Recorrida: UNIÃO; Terceiro: CONSÓRCIO SANTO ANTÔNIO ENERGIA S.A.
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
01 July 2024
Procedural Posture
Recurso Especial (agravo Interno) / Decisão Em Agravo Interno E Julgamento Do Recurso Especial
Legal Topics
Terreno De Marinha, Laudo Pericial, Juros Compensatórios, Juros Moratórios, Honorários Sucumbenciais, Precatório, Súmulas, Correção Monetária (ipca E)

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Parties

SHIRLEY LOPES

Recorrente

UNIÃO

Recorrida

CONSÓRCIO SANTO ANTÔNIO ENERGIA S.A.

Terceiro

Procedural Posture

Recurso Especial (agravo Interno) / Decisão Em Agravo Interno E Julgamento Do Recurso Especial

  1. 1 alegada negativa de prestação jurisdicional e omissão (arts. 489, §1º, I e III e 1.022, II do CPC/2015)
  2. 2 incidência das súmulas (Súmula 518/STJ; Súmulas 131 e 408/STJ; Súmula 618/STF; Súmulas 282 e 356)
  3. 3 valoração do laudo pericial e presunção de legitimidade do perito judicial

Ratio Decidendi

Reconsiderou-se parcialmente a decisão anterior quanto à não incidência das Súmulas 282 e 356, conheceu-se em parte do recurso especial e, nessa extensão, negou-se provimento; entendeu-se que não houve negativa de prestação jurisdicional porque o Tribunal de origem se manifestou de forma suficiente sobre as questões suscitadas (valoração do laudo pericial, caracterização de terreno de marinha e juros), que a consideração da área como terreno de marinha está em consonância com a Súmula 496/STJ e que a revisão dessa conclusão exigiria reexame de fatos vedado pela Súmula 7/STJ, e aplicou-se a orientação vinculante do STF sobre juros compensatórios (redução para 6% a.a.) conforme ADI 2.332/DF.