HC 698947 - ACORDAO
Não conhecer do habeas corpus porque era substitutivo de recurso ordinário e não demonstrada flagrante ilegalidade; a prisão em flagrante e a revista realizadas pelos guardas municipais foram consideradas lícitas nos termos do art. 301 do CPP e da legislação sobre guardas municipais; a prisão preventiva foi mantida por fundamentação idônea, em especial pela reincidência específica, modus operandi, quantidade de entorpecentes apreendidos e risco concreto de reiteração delitiva que justifica a garantia da ordem pública; medidas cautelares diversas da prisão foram consideradas insuficientes e a Recomendação n.62/CNJ foi corretamente afastada no caso concreto.
- Parties
- Paciente: DEIVID DE SOUSA BARBOSA; Tribunal De Origem: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo; Manifestante (parecer): Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 November 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Ordinário / Acórdão Não Conhecimento
- Outcome
- Habeas corpus não conhecido
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Prisão Preventiva, Flagrante, Guardas Municipais, Medidas Cautelares, Habeas Corpus Substitutivo, Recomendação N.62/cnj, Reexame Fático Probatório
Case Brief
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Parties
DEIVID DE SOUSA BARBOSA
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
Tribunal De Origem
Ministério Público Federal
Manifestante (parecer)
Procedural Posture
Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Ordinário / Acórdão Não Conhecimento
Legal Issues
- 1 Admissibilidade de habeas corpus como substitutivo de recurso ordinário
- 2 Legalidade da abordagem, revista e prisão em flagrante realizadas por guardas municipais
- 3 Possibilidade de revolvimento fático-probatório em habeas corpus
Ratio Decidendi
Não conhecer do habeas corpus porque era substitutivo de recurso ordinário e não demonstrada flagrante ilegalidade; a prisão em flagrante e a revista realizadas pelos guardas municipais foram consideradas lícitas nos termos do art. 301 do CPP e da legislação sobre guardas municipais; a prisão preventiva foi mantida por fundamentação idônea, em especial pela reincidência específica, modus operandi, quantidade de entorpecentes apreendidos e risco concreto de reiteração delitiva que justifica a garantia da ordem pública; medidas cautelares diversas da prisão foram consideradas insuficientes e a Recomendação n.62/CNJ foi corretamente afastada no caso concreto.
Court Disposition
Habeas corpus não conhecido
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