AREsp 1961598 - DECISAO

AREsp 1961598 - DECISAO

reconheceu-se que os fundamentos da decisão agravada foram suficientemente impugnados; no mérito, afastou-se a impossibilidade de conhecimento por reexame de provas (Súmula 7) e verificou-se ilegalidade na não aplicação da minorante do art. 33, § 4º, da Lei 11.343/2006, de modo que se aplicou a fração máxima de 2/3, reduzindo a pena para 1 ano e 8 meses, fixando-se o regime inicial aberto e determinando-se a consequente substituição da pena privativa de liberdade por restritivas de direitos a serem estipuladas pelo Juízo das Execuções Criminais.

Parties
Agravante: GABRIELA DOMINGOS GIALLUISIDA SILVA; Agravante: LUIS FERNANDO ORMONDE MORENO; Respondente: Presidência do Superior Tribunal de Justiça
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
02 December 2021
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Agravo Em Recurso Especial / Reconsideração De Decisão De Inadmissibilidade E Exame Do Mérito Do Recurso Especial
Outcome
reconsiderada a decisão agravada; conhecido o recurso especial e dado parcial provimento
Legal Topics
Tráfico De Drogas, Dosimetria Da Pena, Minorante Do Art. 33, § 4º Da Lei 11.343/2006, Súmula 7/stj Reexame De Provas, Regime Inicial De Cumprimento De Pena, Substituição Por Penas Restritivas De Direitos

Case Brief

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Parties

GABRIELA DOMINGOS GIALLUISIDA SILVA

Agravante

LUIS FERNANDO ORMONDE MORENO

Agravante

Presidência do Superior Tribunal de Justiça

Respondente

Procedural Posture

Agravo Regimental Em Agravo Em Recurso Especial / Reconsideração De Decisão De Inadmissibilidade E Exame Do Mérito Do Recurso Especial

  1. 1 se os fundamentos da decisão agravada foram devidamente impugnados
  2. 2 possibilidade de reexame de prova em recurso especial (Súmula 7/STJ)
  3. 3 incidência da minorante do art. 33, § 4º, da Lei 11.343/2006

Ratio Decidendi

reconheceu-se que os fundamentos da decisão agravada foram suficientemente impugnados; no mérito, afastou-se a impossibilidade de conhecimento por reexame de provas (Súmula 7) e verificou-se ilegalidade na não aplicação da minorante do art. 33, § 4º, da Lei 11.343/2006, de modo que se aplicou a fração máxima de 2/3, reduzindo a pena para 1 ano e 8 meses, fixando-se o regime inicial aberto e determinando-se a consequente substituição da pena privativa de liberdade por restritivas de direitos a serem estipuladas pelo Juízo das Execuções Criminais.

Court Disposition

reconsiderada a decisão agravada; conhecido o recurso especial e dado parcial provimento

Orders

  • reduzir a pena da agravante para 1 ano e 8 meses de reclusão
  • fixar o cumprimento da pena no regime inicial aberto