AREsp 2597127 - ACORDAO
Concluiu-se que a contribuição do agente a grupo criminoso voltado ao tráfico internacional, evidenciada por elementos fático-probatórios (viagens internacionais não justificadas, silêncio sobre custeio, contexto de 'mula'), justifica a aplicação da minorante do art. 33, §4º, da Lei 11.343/2006 no patamar mínimo de 1/6; a escolha do patamar restou fundamentada e sua revisão demandaria reexame de provas, obstado pela Súmula 7 do STJ, razão pela qual o agravo regimental foi desprovido.
- Parties
- Agravante: AUGUSTINE IKENNA OGUGUA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 May 2024
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Da Turma
- Outcome
- Agravo regimental desprovido
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Tráfico Privilegiado, Dosimetria Da Pena, Mula, Organização Criminosa, Súmula 7 Do STJ
Case Brief
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Parties
AUGUSTINE IKENNA OGUGUA
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Da Turma
Legal Issues
- 1 Aplicação do § 4º do art. 33 da Lei n. 11.343/2006 e definição do percentil de redução da pena
- 2 Se a atuação como 'mula' implica integração automática em organização criminosa
- 3 Possibilidade de reexame de provas e fatos (Súmula 7 do STJ)
Ratio Decidendi
Concluiu-se que a contribuição do agente a grupo criminoso voltado ao tráfico internacional, evidenciada por elementos fático-probatórios (viagens internacionais não justificadas, silêncio sobre custeio, contexto de 'mula'), justifica a aplicação da minorante do art. 33, §4º, da Lei 11.343/2006 no patamar mínimo de 1/6; a escolha do patamar restou fundamentada e sua revisão demandaria reexame de provas, obstado pela Súmula 7 do STJ, razão pela qual o agravo regimental foi desprovido.
Court Disposition
Agravo regimental desprovido
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental.
- Manter a aplicação da minorante do art. 33, §4º, da Lei n. 11.343/2006 no patamar de 1/6, nos termos do acórdão recorrido.
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