AREsp 2519817 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo regimental porque o Tribunal a quo fundamentou concretamente e idoneamente a aplicação da minorante do § 4º do art. 33 da Lei n. 11.343/2006 na fração de 1/6, considerando a posição do réu como 'mula' em tráfico internacional, e o juiz possui discricionariedade para fixar o quantum da redução entre 1/6 e 2/3 à luz das circunstâncias do caso.
- Parties
- Agravante: CHINEDU PRINCE AKPARANTA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 August 2024
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Acórdão (julgamento Colegiado)
- Outcome
- agravo regimental não provido (negou provimento ao agravo regimental)
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Minorante Do Art. 33, § 4º, Lei N. 11.343/2006, Fixação Da Fração De Redução De Pena, Mula Do Tráfico
Case Brief
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Parties
CHINEDU PRINCE AKPARANTA
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Acórdão (julgamento Colegiado)
Legal Issues
- 1 Incidência e fração aplicável da minorante prevista no art. 33, § 4º, da Lei n. 11.343/2006
- 2 Poder do magistrado para fixar o quantum da redução entre 1/6 e 2/3
- 3 Caracterização do réu como 'mula' e influência disso na fixação da fração da redução
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo regimental porque o Tribunal a quo fundamentou concretamente e idoneamente a aplicação da minorante do § 4º do art. 33 da Lei n. 11.343/2006 na fração de 1/6, considerando a posição do réu como 'mula' em tráfico internacional, e o juiz possui discricionariedade para fixar o quantum da redução entre 1/6 e 2/3 à luz das circunstâncias do caso.
Court Disposition
agravo regimental não provido (negou provimento ao agravo regimental)
Orders
- Negou-se provimento ao agravo regimental
- Agravo regimental não provido
Full Case Text
Judgment text and source record
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