HC 939069 - DECISAO
O habeas corpus foi denegado porque as instâncias de origem demonstraram que a autorização para busca e apreensão foi fundada em representação do Ministério Público que indicou comércio de drogas no imóvel e fatos concretos (coação da proprietária e atuação da paciente), a medida foi decretada nos termos do art. 240 do CPP e o ingresso ocorreu mediante mandado judicial; inexistindo flagrante ilegalidade ou ofensa aos direitos da paciente, não há que se conceder a ordem nem reexaminar o conjunto fático-probatório via habeas corpus.
- Parties
- Paciente: VIVIANE PEREIRA DE LIMA; Órgão Julgador: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS; Representante: MINISTÉRIO PÚBLICO; Proprietária Do Imóvel: GENI MARCELINA DE ALMEIDA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 August 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- habeas corpus denegado
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Posse Irregular De Arma De Fogo, Busca E Apreensão Domiciliar, Fundamentação Da Decisão Judicial, Flagrante Ilegalidade, Art. 240 Do CPP
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
VIVIANE PEREIRA DE LIMA
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS
Órgão Julgador
MINISTÉRIO PÚBLICO
Representante
GENI MARCELINA DE ALMEIDA
Proprietária Do Imóvel
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 licitidade da busca e apreensão autorizada pelo juízo singular
- 2 suficiência da fundamentação da decisão que autorizou a busca e apreensão
- 3 possibilidade de ingresso em domicílio com fundadas razões
Ratio Decidendi
O habeas corpus foi denegado porque as instâncias de origem demonstraram que a autorização para busca e apreensão foi fundada em representação do Ministério Público que indicou comércio de drogas no imóvel e fatos concretos (coação da proprietária e atuação da paciente), a medida foi decretada nos termos do art. 240 do CPP e o ingresso ocorreu mediante mandado judicial; inexistindo flagrante ilegalidade ou ofensa aos direitos da paciente, não há que se conceder a ordem nem reexaminar o conjunto fático-probatório via habeas corpus.
Court Disposition
habeas corpus denegado
Orders
- Denego o habeas corpus
- Publique-se
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment