HC 867020 - ACORDAO

HC 867020 - ACORDAO

As instâncias ordinárias apresentaram elementos concretos que comprovam animus associativo, estabilidade e permanência (divisão de tarefas e atuação por meses), de modo que a reforma para absolvição exigiria reexame de provas, vedado em habeas corpus; ademais, não se aplica o privilégio do §4º do art.33 em razão da condenação também pelo art.35, razão pela qual o agravo regimental foi negado provimento.

Parties
Agravante: CRISTIANE NOGUEIRA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
28 October 2024
Procedural Posture
Agravo Regimental No Habeas Corpus / Julgamento Em Sessão Virtual (negado Provimento)
Outcome
Agravo regimental não provido (negado provimento).
Legal Topics
Tráfico De Drogas, Associação Para O Tráfico, Privilégio No Tráfico, Habeas Corpus

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Authorities cited 7 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

CRISTIANE NOGUEIRA

Agravante

Procedural Posture

Agravo Regimental No Habeas Corpus / Julgamento Em Sessão Virtual (negado Provimento)

  1. 1 Configuração do crime de associação para o tráfico (art. 35 da Lei n. 11.343/2006)
  2. 2 Aplicação da causa especial de diminuição da pena (§4º do art. 33 da Lei n. 11.343/2006)
  3. 3 Vedação ao reexame de fatos e provas na via estreita do habeas corpus

Ratio Decidendi

As instâncias ordinárias apresentaram elementos concretos que comprovam animus associativo, estabilidade e permanência (divisão de tarefas e atuação por meses), de modo que a reforma para absolvição exigiria reexame de provas, vedado em habeas corpus; ademais, não se aplica o privilégio do §4º do art.33 em razão da condenação também pelo art.35, razão pela qual o agravo regimental foi negado provimento.

Court Disposition

Agravo regimental não provido (negado provimento).

Orders

  • Negar provimento ao agravo regimental.
  • Manter a condenação nos arts. 33 e 35 da Lei n. 11.343/2006.