AREsp 2494482 - ACORDAO
O ingresso policial sem mandado foi considerado lícito porque se tratava de crime de tráfico de drogas (natureza permanente), havendo denúncias especificadas, atitude suspeita do acusado (tentativa de fuga) e autorização de ingresso pelo tio; ademais, a via especial não admite reanálise do conjunto fático-probatório (Súmula 7/STJ).
- Parties
- Agravante/recorrente: Ângelo Martins de Matos; Tio/testemunha: Roberto Fernandes de Oliveira; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 December 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Na Turma
- Outcome
- Agravo conhecido para negar provimento ao recurso especial.
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Posse Para Consumo Pessoal, Ingresso Em Domicílio, Prova Ilícita, Flagrante Delito, Fundadas Razões, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
Ângelo Martins de Matos
Agravante/recorrente
Roberto Fernandes de Oliveira
Tio/testemunha
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Na Turma
Legal Issues
- 1 O ingresso em domicílio sem mandado, em caso de flagrante delito de tráfico de drogas, configura prova ilícita?
Ratio Decidendi
O ingresso policial sem mandado foi considerado lícito porque se tratava de crime de tráfico de drogas (natureza permanente), havendo denúncias especificadas, atitude suspeita do acusado (tentativa de fuga) e autorização de ingresso pelo tio; ademais, a via especial não admite reanálise do conjunto fático-probatório (Súmula 7/STJ).
Court Disposition
Agravo conhecido para negar provimento ao recurso especial.
Orders
- Conhecer do agravo e negar provimento ao recurso especial.
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