HC 960946 - DECISAO
A manutenção da prisão preventiva da paciente foi considerada fundamentada pela existência de indícios concretos de participação em organização criminosa complexa voltada ao tráfico de drogas, pelo papel atribuído à paciente (recebimento, armazenamento e recebimento de valores via PIX), pela demonstração do risco concreto à ordem pública e pela exposição da criança a ambiente perigoso, caracterizando situação excepcionalíssima que autoriza a denegação da prisão domiciliar prevista no art. 318 do CPP; assim, alternativas à prisão foram consideradas insuficientes e a ordem de habeas corpus foi denegada.
- Parties
- Paciente: CRISTIANE APARECIDA DOS SANTOS; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 18 December 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Prisão Preventiva, Prisão Domiciliar, Habeas Corpus, Organização Criminosa, Medidas Cautelares
Case Brief
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Parties
CRISTIANE APARECIDA DOS SANTOS
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 legalidade da prisão preventiva decretada contra a paciente
- 2 possibilidade de concessão de prisão domiciliar nos termos do art. 318 do CPP para mãe de criança menor de 12 anos
- 3 existência de situação excepcionalíssima que autoriza a manutenção da custódia cautelar apesar do art. 318/CPP
Ratio Decidendi
A manutenção da prisão preventiva da paciente foi considerada fundamentada pela existência de indícios concretos de participação em organização criminosa complexa voltada ao tráfico de drogas, pelo papel atribuído à paciente (recebimento, armazenamento e recebimento de valores via PIX), pela demonstração do risco concreto à ordem pública e pela exposição da criança a ambiente perigoso, caracterizando situação excepcionalíssima que autoriza a denegação da prisão domiciliar prevista no art. 318 do CPP; assim, alternativas à prisão foram consideradas insuficientes e a ordem de habeas corpus foi denegada.
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