HC 964717 - DECISAO
O tribunal entendeu que não houve nulidade das provas provenientes do ingresso no imóvel, por haver monitoramento, abordagem de indivíduos saindo do local com drogas e consentimento documental/audiovisual do morador, e, assim, manteve a validade da prova. Contudo, por erro na dosimetria do paciente Alan quanto à fração do tráfico privilegiado, reconheceu-se a necessidade de aplicar a redução máxima de 2/3 diante de sua primariedade e ausência de outras circunstâncias, redenominando sua pena para 1 ano, 11 meses e 10 dias e 194 dias-multa, e determinou-se que o Ministério Público oficie ao juízo de origem para instaurar o procedimento do ANPP (art. 28-A do CPP) para avaliação da proposta,...
- Parties
- Paciente: HENRIQUE RAFAEL KIERTEN CORREA; Paciente: ALAN BANDEIRA NADAL MACHADO; Órgão Julgador: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 31 January 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão (concessão Parcial E Não Conhecimento)
- Outcome
- Habeas corpus não conhecido; ordem concedida apenas em favor do paciente ALAN para redimensionamento da pena e para determinação de instauração do procedimento de ANPP pelo Ministério Público
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Busca E Apreensão Domiciliar, Acordo De Não Persecução Penal, Dosimetria, Tráfico Privilegiado
Case Brief
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Parties
HENRIQUE RAFAEL KIERTEN CORREA
Paciente
ALAN BANDEIRA NADAL MACHADO
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA
Órgão Julgador
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão (concessão Parcial E Não Conhecimento)
Legal Issues
- 1 licitude do ingresso domiciliar sem mandado em razão de flagrante presumido/monitoramento
- 2 nulidade das provas por suposta violação de domicílio
- 3 cabimento do acordo de não persecução penal (ANPP) após readequação para tráfico privilegiado
Ratio Decidendi
O tribunal entendeu que não houve nulidade das provas provenientes do ingresso no imóvel, por haver monitoramento, abordagem de indivíduos saindo do local com drogas e consentimento documental/audiovisual do morador, e, assim, manteve a validade da prova. Contudo, por erro na dosimetria do paciente Alan quanto à fração do tráfico privilegiado, reconheceu-se a necessidade de aplicar a redução máxima de 2/3 diante de sua primariedade e ausência de outras circunstâncias, redenominando sua pena para 1 ano, 11 meses e 10 dias e 194 dias-multa, e determinou-se que o Ministério Público oficie ao juízo de origem para instaurar o procedimento do ANPP (art. 28-A do CPP) para avaliação da proposta,...
Court Disposition
Habeas corpus não conhecido; ordem concedida apenas em favor do paciente ALAN para redimensionamento da pena e para determinação de instauração do procedimento de ANPP pelo Ministério Público
Orders
- Não conheço do habeas corpus impetrado (substitutivo de recurso próprio)
- Redimensionar a pena definitiva do paciente ALAN para 1 ano, 11 meses e 10 dias de reclusão e determinar pagamento de 194 dias-multa
Full Case Text
Judgment text and source record
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