AREsp 2882041 - DECISAO
Conheceu-se parcialmente do agravo, mas negou-se provimento por entender que: (i) não houve prequestionamento apto quanto à alegação de coação moral irresistível, impedindo o conhecimento dessa tese; (ii) não se reconheceu ilicitude na prova relativa ao celular, pois foi verificado apenas o número IMEI, sem quebra de dados; (iii) a materialidade e autoria da receptação e do tráfico foram adequadamente comprovadas por autos de flagrante, laudos, depoimentos e objetos apreendidos, cabendo à defesa demonstrar origem lícita do bem (art. 156 do CPP); (iv) o afastamento do tráfico privilegiado foi fundamentado na quantidade de drogas e na presença de petrechos característicos de traficância; e...
- Parties
- Agravante: HOLGA VIRGINIA BARBOSA DE LIMA; Órgão Ministerial: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 May 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Conheço do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, nesta extensão, nego provimento.
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Receptação, Dosimetria Da Pena, Provas Ilícitas, Tráfico Privilegiado, Coação Moral Irresistível, Prequestionamento, Súmulas
Case Brief
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Parties
HOLGA VIRGINIA BARBOSA DE LIMA
Agravante
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
Órgão Ministerial
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 alegada ilicitude da prova obtida de aparelho celular (art. 157 do CPP)
- 2 insuficiência de provas para condenação por receptação (art. 386, II, do CPP)
- 3 alegação de coação moral irresistível (art. 22 do CP e art. 386, VI, do CPP)
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do agravo, mas negou-se provimento por entender que: (i) não houve prequestionamento apto quanto à alegação de coação moral irresistível, impedindo o conhecimento dessa tese; (ii) não se reconheceu ilicitude na prova relativa ao celular, pois foi verificado apenas o número IMEI, sem quebra de dados; (iii) a materialidade e autoria da receptação e do tráfico foram adequadamente comprovadas por autos de flagrante, laudos, depoimentos e objetos apreendidos, cabendo à defesa demonstrar origem lícita do bem (art. 156 do CPP); (iv) o afastamento do tráfico privilegiado foi fundamentado na quantidade de drogas e na presença de petrechos característicos de traficância; e...
Court Disposition
Conheço do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, nesta extensão, nego provimento.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
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