HC 1026662 - DECISAO
Não se conhece do habeas corpus porque a impetração figura como sucedâneo de recurso próprio e não se demonstra ilegalidade flagrante no acórdão impugnado. Além disso, a busca pessoal foi legítima, amparada em fundada suspeita (patrulhamento em ponto conhecido de tráfico, comportamento nervoso e transporte de mochila), corroborada pela apreensão de substâncias e objetos indicativos de comércio de drogas; e o afastamento da minorante do art. 33, § 4º, da Lei 11.343/2006 foi fundamentado em elementos concretos (antecedentes recentes e quantidade/natureza das drogas), cuja reavaliação demandaria reexame fático-probatório vedado nesta via.
- Parties
- Paciente: ALINE DE ALMEIDA DE MATOS; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 September 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Monocrática De Não Conhecimento (não Conheço Do Habeas Corpus)
- Outcome
- Não conheço do habeas corpus.
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Busca Pessoal, Dosimetria Da Pena, Tráfico Privilegiado, Sucedâneo De Recurso Próprio
Case Brief
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Parties
ALINE DE ALMEIDA DE MATOS
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Monocrática De Não Conhecimento (não Conheço Do Habeas Corpus)
Legal Issues
- 1 legalidade da busca pessoal e existência de fundada suspeita
- 2 possibilidade de uso do habeas corpus como substituto de recurso próprio
- 3 aplicabilidade do art. 33, § 4º, da Lei n. 11.343/2006 (tráfico privilegiado)
Ratio Decidendi
Não se conhece do habeas corpus porque a impetração figura como sucedâneo de recurso próprio e não se demonstra ilegalidade flagrante no acórdão impugnado. Além disso, a busca pessoal foi legítima, amparada em fundada suspeita (patrulhamento em ponto conhecido de tráfico, comportamento nervoso e transporte de mochila), corroborada pela apreensão de substâncias e objetos indicativos de comércio de drogas; e o afastamento da minorante do art. 33, § 4º, da Lei 11.343/2006 foi fundamentado em elementos concretos (antecedentes recentes e quantidade/natureza das drogas), cuja reavaliação demandaria reexame fático-probatório vedado nesta via.
Court Disposition
Não conheço do habeas corpus.
Orders
- Cientifique-se o Ministério Público Federal.
- Publique-se.
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