HC 911201 - ACORDAO

HC 911201 - ACORDAO

Negou-se provimento ao agravo regimental porque não se demonstraram fundadas razões anteriores ao ingresso no domicílio que justificassem a entrada sem mandado; a constatação posterior de elementos de flagrância decorreu de ingresso ilícito, tornando incertas as provas obtidas e mantendo-se a decisão que reconheceu a ilicitude das provas e absolveu a paciente com fundamento no art. 386, II, do CPP.

Parties
Agravante: Ministério Público Federal; Paciente: Thuesley
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
19 August 2025
Procedural Posture
Agravo Regimental No Habeas Corpus / Julgamento Em Sessão Virtual (sexta Turma)
Outcome
Agravo regimental não provido.
Legal Topics
Tráfico De Drogas, Inviolabilidade Do Domicílio, Prova Ilícita, Flagrância

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 8 Party arguments 2 Amounts and remedies 4
Sign in to unlock

Parties

Ministério Público Federal

Agravante

Thuesley

Paciente

Procedural Posture

Agravo Regimental No Habeas Corpus / Julgamento Em Sessão Virtual (sexta Turma)

  1. 1 Legitimidade do ingresso sem mandado em domicílio
  2. 2 Existência de fundadas razões anteriores à entrada para configurar flagrante
  3. 3 Admissibilidade das provas obtidas após ingresso domiciliar

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao agravo regimental porque não se demonstraram fundadas razões anteriores ao ingresso no domicílio que justificassem a entrada sem mandado; a constatação posterior de elementos de flagrância decorreu de ingresso ilícito, tornando incertas as provas obtidas e mantendo-se a decisão que reconheceu a ilicitude das provas e absolveu a paciente com fundamento no art. 386, II, do CPP.

Court Disposition

Agravo regimental não provido.

Orders

  • Negar provimento ao agravo regimental.
  • Manter a concessão da ordem de habeas corpus que reconheceu a ilicitude das provas e absolveu a paciente com fundamento no art. 386, II, do CPP.