REsp 2200385 - DECISAO
Conheceu‑se parcialmente do recurso especial e negou‑se provimento: o Tribunal local havia fundamentado de forma autônoma e suficiente a licitude da busca domiciliar (imóvel usado exclusivamente para guarda e preparo de drogas e/ou autorização de Ellen e existência de fundadas razões); a determinação judicial de perícia nos celulares foi legítima nos termos do art. 156, II, do CPP e aberta ao contraditório; o indeferimento de novos interrogatórios foi motivado pela genericidade do pedido e pela irrelevância para o deslinde, não caracterizando cerceamento; a condenação por associação para o tráfico foi mantida com base no conjunto probatório que demonstrou estabilidade e divisão de...
- Parties
- Recorrente: EMANUELE LETICIA RAMOS TULIO; Ministério Público: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ; Corréu: JACKSON TAVARES DA ROSA; Corréu: ANDERSON LUIS MARTINS; Corréu: EMELI RAMOS PINTO MARTINS; Corré: ELLEN RAMOS PINTO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 September 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Conhecimento E Julgamento (decisão)
- Outcome
- Recurso especial conhecido em parte e, nessa extensão, negado provimento
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Associação Para O Tráfico, Busca Domiciliar, Nulidade Processual, Sistema Acusatório, Perícia Em Aparelhos Celulares, Interrogatório, Dosimetria Da Pena, Súmulas E Jurisprudência
Case Brief
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Parties
EMANUELE LETICIA RAMOS TULIO
Recorrente
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ
Ministério Público
JACKSON TAVARES DA ROSA
Corréu
ANDERSON LUIS MARTINS
Corréu
EMELI RAMOS PINTO MARTINS
Corréu
ELLEN RAMOS PINTO
Corré
Procedural Posture
Recurso Especial / Conhecimento E Julgamento (decisão)
Legal Issues
- 1 licitidade da busca domiciliar (art. 241 CPP)
- 2 possibilidade de determinação de perícia de ofício pelo juiz (art. 156, II, CPP / art. 3º-A CPP)
- 3 indeferimento de novo interrogatório (art. 196 CPP)
Ratio Decidendi
Conheceu‑se parcialmente do recurso especial e negou‑se provimento: o Tribunal local havia fundamentado de forma autônoma e suficiente a licitude da busca domiciliar (imóvel usado exclusivamente para guarda e preparo de drogas e/ou autorização de Ellen e existência de fundadas razões); a determinação judicial de perícia nos celulares foi legítima nos termos do art. 156, II, do CPP e aberta ao contraditório; o indeferimento de novos interrogatórios foi motivado pela genericidade do pedido e pela irrelevância para o deslinde, não caracterizando cerceamento; a condenação por associação para o tráfico foi mantida com base no conjunto probatório que demonstrou estabilidade e divisão de...
Court Disposition
Recurso especial conhecido em parte e, nessa extensão, negado provimento
Orders
- Recurso especial conhecido em parte e negado provimento
- Publique‑se
Full Case Text
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