AREsp 2771654 - ACORDAO
Negar provimento ao agravo regimental porque a instância originária adotou, de forma motivada e dentro da discricionariedade vinculada, critério idôneo para aumento da pena-base; houve controle da legalidade dos argumentos e correção do bis in idem, sendo legítima a manutenção da dosimetria e da pena imposta.
- Parties
- Agravante: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 09 September 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Acórdão (julgamento Colegiado)
- Outcome
- Agravo regimental desprovido.
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Dosimetria, Aumento Da Pena Base, Tráfico Privilegiado, Bis in Idem, Modulação Da Fração Redutora
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Acórdão (julgamento Colegiado)
Legal Issues
- 1 discricionariedade na fixação da pena-base
- 2 valoração da quantidade e natureza da droga nas fases da dosimetria
- 3 possibilidade de utilização da quantidade na terceira fase para modular a fração redutora do art. 33, §4º da Lei 11.343/06
Ratio Decidendi
Negar provimento ao agravo regimental porque a instância originária adotou, de forma motivada e dentro da discricionariedade vinculada, critério idôneo para aumento da pena-base; houve controle da legalidade dos argumentos e correção do bis in idem, sendo legítima a manutenção da dosimetria e da pena imposta.
Court Disposition
Agravo regimental desprovido.
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental.
- Manter a pena de 2 anos e 4 meses de reclusão e o pagamento de 234 dias-multa.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment