HC 1046852 - DECISAO
Houve fundadas razões anteriore s ao ingresso (conduta do corréu Sidnei com veículo de placas adulteradas, abordagem no pátio, indivíduo que afirmou ir adquirir entorpecente e apreensão inicial), de modo que a busca domiciliar se deu no contexto de flagrante e as provas não são ilícitas; o redutor do art. 33, § 4º foi afastado diante de condenação definitiva caracterizadora de reincidência, conforme entendimento pacificado do STJ; mantido o regime inicial fechado em virtude do quantum de pena (5 anos) e da reincidência. Assim, não se reconheceu constrangimento ilegal e o habeas corpus não foi conhecido.
- Parties
- Impetrante: Airton Barbosa de Almeida; Paciente: Deividi Andrigo Schuaste da Silva; Órgão De Origem: Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 November 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Não Conhecimento Do Habeas Corpus
- Outcome
- não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Violação De Domicílio, Busca Domiciliar, Princípio Da Inviolabilidade Do Domicílio, Redutor Do Art. 33, § 4º Da Lei 11.343/2006, Dosimetria Da Pena, Regime Prisional
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
Airton Barbosa de Almeida
Impetrante
Deividi Andrigo Schuaste da Silva
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
Órgão De Origem
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecimento Do Habeas Corpus
Legal Issues
- 1 ilegalidade do ingresso domiciliar e ilicitude das provas
- 2 aplicabilidade do redutor do art. 33, § 4º da Lei 11.343/2006
- 3 possibilidade de alteração do regime prisional inicial
Ratio Decidendi
Houve fundadas razões anteriore s ao ingresso (conduta do corréu Sidnei com veículo de placas adulteradas, abordagem no pátio, indivíduo que afirmou ir adquirir entorpecente e apreensão inicial), de modo que a busca domiciliar se deu no contexto de flagrante e as provas não são ilícitas; o redutor do art. 33, § 4º foi afastado diante de condenação definitiva caracterizadora de reincidência, conforme entendimento pacificado do STJ; mantido o regime inicial fechado em virtude do quantum de pena (5 anos) e da reincidência. Assim, não se reconheceu constrangimento ilegal e o habeas corpus não foi conhecido.
Court Disposition
não conheço do habeas corpus
Orders
- Não conheço do presente habeas corpus.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment