RHC 235492 - DECISAO
Reconsiderou-se a decisão de não conhecimento e deu-se provimento ao recurso em habeas corpus por entender que a manutenção da prisão preventiva não se encontrava suficientemente fundamentada nos autos; determinou-se a substituição da prisão cautelar por medidas alternativas a serem estabelecidas e fiscalizadas pelo juízo singular, nos termos do art. 319 do CPP, ressalvando-se a possibilidade de nova decretação fundamentada pelo juízo de primeiro grau.
- Parties
- Paciente/recorrente: GABRIEL GOMES DE OLIVEIRA; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 May 2026
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Agravo Regimental
- Outcome
- Decisão reconsiderada. Recurso em habeas corpus provido.
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Prisão Preventiva, Medidas Cautelares, Instrução Deficiente
Case Brief
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Parties
GABRIEL GOMES DE OLIVEIRA
Paciente/recorrente
Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Agravo Regimental
Legal Issues
- 1 ausência de fundamentação concreta da prisão preventiva
- 2 legalidade e proporcionalidade da prisão preventiva
- 3 possibilidade de substituição da prisão por medidas alternativas
Ratio Decidendi
Reconsiderou-se a decisão de não conhecimento e deu-se provimento ao recurso em habeas corpus por entender que a manutenção da prisão preventiva não se encontrava suficientemente fundamentada nos autos; determinou-se a substituição da prisão cautelar por medidas alternativas a serem estabelecidas e fiscalizadas pelo juízo singular, nos termos do art. 319 do CPP, ressalvando-se a possibilidade de nova decretação fundamentada pelo juízo de primeiro grau.
Court Disposition
Decisão reconsiderada. Recurso em habeas corpus provido.
Orders
- Substituir a prisão cautelar imposta ao recorrente por medidas alternativas à prisão a serem estabelecidas e fiscalizadas pelo Magistrado singular, nos termos do art. 319 do Código de Processo Penal, salvo se o acusado estiver preso por outro motivo.
- O Juízo de primeiro grau pode decretar novamente a segregação cautelar, desde que fundamentadamente.
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