RHC 141285 - DECISAO
A manutenção da prisão preventiva foi justificada por fundamentação concreta: apreensão de 1.299 pedras de crack (330g) e objetos indicativos de destinação para tráfico (balança, embalagem, anotações), quantia em dinheiro apreendida, e registros criminais anteriores/mandado de prisão em aberto do paciente, evidenciando risco de reiteração delitiva e necessidade de garantia da ordem pública. Ademais, não há prova de que o paciente integre grupo de risco para COVID-19 ou de falta de assistência no estabelecimento prisional, sendo a recomendação do CNJ insuficiente para determinar soltura automática; o revolvimento de matéria fática é vedado na via do habeas corpus.
- Parties
- Recorrente/paciente: DIEGO FRANCISCO DE CAMPOS GUIMARAES; Órgão Prolator Do Acórdão: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo; Interessado/parecente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 February 2021
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento (negado Provimento)
- Outcome
- negou provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Prisão Preventiva, Medidas Cautelares, Habeas Corpus, Pandemia COVID 19 E Sistema Prisional
Case Brief
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Parties
DIEGO FRANCISCO DE CAMPOS GUIMARAES
Recorrente/paciente
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
Órgão Prolator Do Acórdão
Ministério Público Federal
Interessado/parecente
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento (negado Provimento)
Legal Issues
- 1 validade da fundamentação da prisão preventiva
- 2 necessidade da prisão preventiva para garantia da ordem pública e risco de reiteração delitiva
- 3 possibilidade de substituição por medidas cautelares diversas (art. 319 CPP)
Ratio Decidendi
A manutenção da prisão preventiva foi justificada por fundamentação concreta: apreensão de 1.299 pedras de crack (330g) e objetos indicativos de destinação para tráfico (balança, embalagem, anotações), quantia em dinheiro apreendida, e registros criminais anteriores/mandado de prisão em aberto do paciente, evidenciando risco de reiteração delitiva e necessidade de garantia da ordem pública. Ademais, não há prova de que o paciente integre grupo de risco para COVID-19 ou de falta de assistência no estabelecimento prisional, sendo a recomendação do CNJ insuficiente para determinar soltura automática; o revolvimento de matéria fática é vedado na via do habeas corpus.
Court Disposition
negou provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
Orders
- Recurso ordinário em habeas corpus negado provimento.
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