HC 787179 - DECISAO
A decisão denega a ordem porque, conforme os elementos constantes dos autos, houve prisão em flagrante decorrente de diligência policial após informação anônima, com apreensão de 6 tijolos de maconha (aprox. 3932,70 g) e balança de precisão, configurando prova da materialidade e indícios de autoria (fumus commissi delicti) e risco à ordem pública em razão da expressiva quantidade e indícios de comercialização (periculum libertatis), justificando a prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP e amparada por precedentes do STJ; a fundamentação do acórdão é suficiente à manutenção do decreto prisional e o tema poderá ser revisto no processo criminal oportuno.
- Parties
- Paciente: HUGO DELEON FARIAS DOS SANTOS; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL; Recorrente: Ministério Público estadual; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 November 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Mérito (denegação)
- Outcome
- ordem denegada
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Prisão Preventiva, Inviolabilidade De Domicílio, Nulidade De Provas, Contemporaneidade Do Decreto Prisional
Case Brief
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Parties
HUGO DELEON FARIAS DOS SANTOS
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Autoridade Coatora
Ministério Público estadual
Recorrente
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Mérito (denegação)
Legal Issues
- 1 nulidade das provas em razão de ingresso domiciliar baseado em denúncia anônima
- 2 ausência de contemporaneidade do decreto de prisão preventiva
- 3 fundamentação do decreto prisional com base em fumus commissi delicti e periculum libertatis
Ratio Decidendi
A decisão denega a ordem porque, conforme os elementos constantes dos autos, houve prisão em flagrante decorrente de diligência policial após informação anônima, com apreensão de 6 tijolos de maconha (aprox. 3932,70 g) e balança de precisão, configurando prova da materialidade e indícios de autoria (fumus commissi delicti) e risco à ordem pública em razão da expressiva quantidade e indícios de comercialização (periculum libertatis), justificando a prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP e amparada por precedentes do STJ; a fundamentação do acórdão é suficiente à manutenção do decreto prisional e o tema poderá ser revisto no processo criminal oportuno.
Court Disposition
ordem denegada
Orders
- Denegar a ordem de habeas corpus
- Publique-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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