RHC 211702 - DECISAO
A ordem foi denegada porque a prisão preventiva atendeu aos requisitos do art. 312 do CPP, com prova da materialidade e indícios de autoria, e havia risco efetivo de reiteração delitiva em razão da reincidência do paciente e da quantidade de entorpecentes apreendidos; além disso, o paciente permaneceu preso durante toda a instrução e não houve alteração das circunstâncias que justificassem a revogação da prisão, e questões não examinadas pelas instâncias ordinárias (nulidade das provas, desclassificação) não foram passíveis de reexame neste STJ, sendo insuficientes as razões para substituir a prisão por medidas do art. 319 do CPP.
- Parties
- Impetrante: HELISON OBEDE AYRES DE BRITO; Paciente: GIDINEY SANTOS DE CARVALHO; Órgão Julgador Recorrido: 14ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 February 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Monocrática (recurso Em Habeas Corpus) Nego Provimento Ao Recurso Em Habeas Corpus
- Outcome
- nego provimento ao recurso em habeas corpus
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Prisão Preventiva, Recurso Em Liberdade, Habeas Corpus, Nulidade De Provas Por Invasão De Domicílio, Desclassificação Para Porte Para Uso Pessoal, Tráfico Privilegiado, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão
Case Brief
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Parties
HELISON OBEDE AYRES DE BRITO
Impetrante
GIDINEY SANTOS DE CARVALHO
Paciente
14ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
Órgão Julgador Recorrido
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Monocrática (recurso Em Habeas Corpus) Nego Provimento Ao Recurso Em Habeas Corpus
Legal Issues
- 1 legalidade da prisão preventiva e requisitos do art. 312 do CPP
- 2 fundamentação idônea para manutenção da prisão após sentença condenatória
- 3 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas do art. 319 do CPP
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque a prisão preventiva atendeu aos requisitos do art. 312 do CPP, com prova da materialidade e indícios de autoria, e havia risco efetivo de reiteração delitiva em razão da reincidência do paciente e da quantidade de entorpecentes apreendidos; além disso, o paciente permaneceu preso durante toda a instrução e não houve alteração das circunstâncias que justificassem a revogação da prisão, e questões não examinadas pelas instâncias ordinárias (nulidade das provas, desclassificação) não foram passíveis de reexame neste STJ, sendo insuficientes as razões para substituir a prisão por medidas do art. 319 do CPP.
Court Disposition
nego provimento ao recurso em habeas corpus
Orders
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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