HC 1056255 - DECISAO
Reconsiderada a decisão da Presidência, o relator concluiu que não há constrangimento ilegal porque a jurisprudência do STJ e do STF admite que condenações anteriores, ainda que alcançadas pelo lapso depurador quinquenal, podem configurar maus antecedentes; no caso concreto o Tribunal local fundamentou que o intervalo de 6 anos, 11 meses e 2 dias entre a extinção da pena anterior e o novo delito não justificava a aplicação da teoria do direito ao esquecimento, motivo pelo qual mantiveram-se a dosimetria, o afastamento da redutora do art. 33, §4º, da Lei 11.343/2006, o regime inicial fechado e a impossibilidade de substituição da pena por medidas restritivas de direitos, razão pela qual o...
- Parties
- Impetrante/agravante: JOSÉ RAFAEL BEZERRA SPARAPAM; Decisão Agravada: Presidência do Superior Tribunal de Justiça
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 December 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus (agravo Regimental) / Decisão Monocrática (reconsideração) Habeas Corpus Não Conhecido
- Outcome
- Reconsiderada a decisão proferida pela Presidência; habeas corpus não conhecido.
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Maus Antecedentes, Direito Ao Esquecimento, Dosimetria Da Pena, Habeas Corpus, Agravo Regimental, Regime Prisional, Substituição De Pena
Case Brief
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Parties
JOSÉ RAFAEL BEZERRA SPARAPAM
Impetrante/agravante
Presidência do Superior Tribunal de Justiça
Decisão Agravada
Procedural Posture
Habeas Corpus (agravo Regimental) / Decisão Monocrática (reconsideração) Habeas Corpus Não Conhecido
Legal Issues
- 1 afastamento dos maus antecedentes
- 2 aplicação da teoria do direito ao esquecimento
- 3 reconhecimento da redutora do tráfico (art. 33, §4º, Lei 11.343/2006)
Ratio Decidendi
Reconsiderada a decisão da Presidência, o relator concluiu que não há constrangimento ilegal porque a jurisprudência do STJ e do STF admite que condenações anteriores, ainda que alcançadas pelo lapso depurador quinquenal, podem configurar maus antecedentes; no caso concreto o Tribunal local fundamentou que o intervalo de 6 anos, 11 meses e 2 dias entre a extinção da pena anterior e o novo delito não justificava a aplicação da teoria do direito ao esquecimento, motivo pelo qual mantiveram-se a dosimetria, o afastamento da redutora do art. 33, §4º, da Lei 11.343/2006, o regime inicial fechado e a impossibilidade de substituição da pena por medidas restritivas de direitos, razão pela qual o...
Court Disposition
Reconsiderada a decisão proferida pela Presidência; habeas corpus não conhecido.
Orders
- Reconsiderada a decisão proferida pela Presidência
- Habeas corpus não conhecido
Full Case Text
Judgment text and source record
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