REsp 1822677 - ACORDAO

REsp 1822677 - ACORDAO

Negou-se provimento ao agravo regimental porque o agravante reconheceu a ausência de prequestionamento quanto à alegada nulidade, atraindo a Súmula 282 do STF, e porque a pretensão de restabelecer a condenação implicaria reexame do conjunto fático-probatório - vedado na instância especial pela Súmula 7 do STJ - diante da valoração probatória feita pelo Tribunal de origem, que aplicou o princípio in dubio pro reo por entender as provas (prints de WhatsApp sem áudios e prova documental defensiva) insuficientes para a condenação.

Parties
Agravante: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL; Recorrente: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE RONDÔNIA; Agravada: Paula Viegas Pinheiro
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
23 December 2025
Procedural Posture
Agravo Regimental No Recurso Especial / Decisão Colegiada (sessão Virtual Da Sexta Turma)
Outcome
Agravo regimental não provido; mantida a decisão que não conheceu do recurso especial.
Legal Topics
Tráfico De Drogas, Associação Para O Tráfico, Financiamento Ao Tráfico, Nulidade Por Omissão, Prequestionamento, Súmula 7 Do STJ, Súmula 282 Do STF, Princípio in Dubio Pro Reo, Reexame Fático Probatório, Valoração De Prova

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 7 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Agravante

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE RONDÔNIA

Recorrente

Paula Viegas Pinheiro

Agravada

Procedural Posture

Agravo Regimental No Recurso Especial / Decisão Colegiada (sessão Virtual Da Sexta Turma)

  1. 1 Aplicação da Súmula 282 do STF por ausência de prequestionamento da tese de nulidade (art. 156, II, CPP)
  2. 2 Incidência da Súmula 7 do STJ quanto à impossibilidade de reexame fático-probatório para reformar absolvição
  3. 3 Suficiência probatória das mensagens de WhatsApp para condenação pelos arts. 35 e 36 da Lei 11.343/2006

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao agravo regimental porque o agravante reconheceu a ausência de prequestionamento quanto à alegada nulidade, atraindo a Súmula 282 do STF, e porque a pretensão de restabelecer a condenação implicaria reexame do conjunto fático-probatório - vedado na instância especial pela Súmula 7 do STJ - diante da valoração probatória feita pelo Tribunal de origem, que aplicou o princípio in dubio pro reo por entender as provas (prints de WhatsApp sem áudios e prova documental defensiva) insuficientes para a condenação.

Court Disposition

Agravo regimental não provido; mantida a decisão que não conheceu do recurso especial.

Orders

  • Negar provimento ao agravo regimental.
  • Manter a decisão monocrática que não conheceu do recurso especial.