AREsp 3186747 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque a instância de origem fundamentou adequadamente a aplicação da minorante do art. 33, § 4º, da Lei 11.343/2006 no patamar mínimo de 1/6 em razão da função de 'mula' do réu e das circunstâncias comprovadas (quantidade/natureza das drogas e transporte interestadual), não configurando bis in idem; também decidiu-se que a restituição do celular é inviável por ter sido instrumento do crime e que a detração penal deve ser analisada pelo juízo da execução.
- Parties
- Agravante: ANTÔNIO JUCELIO FREITAS CABRAL; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 March 2026
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Decisão Que Nega Provimento Ao Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo e nego provimento ao recurso especial
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Dosimetria Da Pena, Tráfico Privilegiado (art. 33, §4º, Lei 11.343/2006), Atenuante Da Menoridade, Detração Penal, Restituição De Bem Apreendido, Uso De Provas Periciais E Depoimentos Policiais
Case Brief
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Parties
ANTÔNIO JUCELIO FREITAS CABRAL
Agravante
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Decisão Que Nega Provimento Ao Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Suficiência de provas para sustentar condenação por tráfico de drogas
- 2 Readequação da dosimetria da pena (pena-base, atenuante da menoridade, aplicação da minorante do tráfico privilegiado)
- 3 Possibilidade de bis in idem na utilização da quantidade/natureza da droga em fases distintas da dosimetria
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque a instância de origem fundamentou adequadamente a aplicação da minorante do art. 33, § 4º, da Lei 11.343/2006 no patamar mínimo de 1/6 em razão da função de 'mula' do réu e das circunstâncias comprovadas (quantidade/natureza das drogas e transporte interestadual), não configurando bis in idem; também decidiu-se que a restituição do celular é inviável por ter sido instrumento do crime e que a detração penal deve ser analisada pelo juízo da execução.
Court Disposition
Conheço do agravo e nego provimento ao recurso especial
Orders
- Conheço do agravo interposto
- Nego provimento ao recurso especial
Full Case Text
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