AREsp 3146777 - DECISAO
Partindo das premissas fáticas fixadas pelo Tribunal de origem (fuga em ponto conhecido por tráfico, apreensão de drogas com correu, informação de traficância pela adolescente, porta aberta e odor de drogas no imóvel, confissão/indicação do local), verificou-se a existência de elementos concretos e objetivos suficientes para constituir fundada suspeita de flagrante delito no interior da residência, tornando lícito o ingresso sem mandado judicial e válidas as provas colhidas; além disso, reformar tal conclusão exigiria reexame do conjunto probatório, vedado pela Súmula 7/STJ, de modo que nega-se provimento ao recurso especial.
- Parties
- Agravante: DEIGLISON YORRAN DO CARMO DA SILVA; Agravante: RICARDO DO CARMO LOPES
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 27 May 2026
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo; Recurso Especial Conhecido E Negado Provimento
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Busca Domiciliar, Flagrante Delito, Licitude De Provas, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
DEIGLISON YORRAN DO CARMO DA SILVA
Agravante
RICARDO DO CARMO LOPES
Agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo; Recurso Especial Conhecido E Negado Provimento
Legal Issues
- 1 Licitude das provas obtidas em busca domiciliar sem mandado judicial
- 2 Existência de fundadas razões (justa causa) para ingresso sem mandado
- 3 Aplicabilidade do Tema 280 do STF sobre ingresso domiciliar em flagrante
Ratio Decidendi
Partindo das premissas fáticas fixadas pelo Tribunal de origem (fuga em ponto conhecido por tráfico, apreensão de drogas com correu, informação de traficância pela adolescente, porta aberta e odor de drogas no imóvel, confissão/indicação do local), verificou-se a existência de elementos concretos e objetivos suficientes para constituir fundada suspeita de flagrante delito no interior da residência, tornando lícito o ingresso sem mandado judicial e válidas as provas colhidas; além disso, reformar tal conclusão exigiria reexame do conjunto probatório, vedado pela Súmula 7/STJ, de modo que nega-se provimento ao recurso especial.
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