HC 1095099 - DECISAO
O Tribunal, ao analisar os fatos narrados nos autos, verificou que a abordagem decorreu de infração grave de trânsito que autorizou a busca pessoal amparada no art. 244 do CPP; que a entrada na residência foi justificada por situação de flagrância do crime de tráfico (droga e numerário em posse do paciente, indicação do endereço pelo próprio paciente) e por consentimento da proprietária registrado em vídeo; que as provas apreendidas não são ilícitas; e que a alegada desclassificação demandaria reexame do conjunto fático-probatório, não sendo possível em habeas corpus. Em face disso, não se reconheceu constrangimento ilegal que justificasse a concessão da ordem, e, por fim, o habeas corpus...
- Parties
- Paciente: TIAGO ROBERTO GOULART; Órgão Prolator Do Acórdão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 10 June 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Não Conhecido
- Outcome
- não conheço do presente habeas corpus
- Legal Topics
- Tráfico De Drogas, Busca Pessoal, Busca Domiciliar, Abordagem Policial, Provas Ilícitas, Desclassificação Para Posse Para Uso Pessoal
Case Brief
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Parties
TIAGO ROBERTO GOULART
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ
Órgão Prolator Do Acórdão
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecido
Legal Issues
- 1 ilegalidade da abordagem policial e da busca pessoal por ausência de fundada suspeita (art. 244 do CPP)
- 2 ilegalidade da busca domiciliar e violação do domicílio (art. 5º, XI, CF; art. 240 do CPP)
- 3 invalidade do consentimento para ingresso domiciliar
Ratio Decidendi
O Tribunal, ao analisar os fatos narrados nos autos, verificou que a abordagem decorreu de infração grave de trânsito que autorizou a busca pessoal amparada no art. 244 do CPP; que a entrada na residência foi justificada por situação de flagrância do crime de tráfico (droga e numerário em posse do paciente, indicação do endereço pelo próprio paciente) e por consentimento da proprietária registrado em vídeo; que as provas apreendidas não são ilícitas; e que a alegada desclassificação demandaria reexame do conjunto fático-probatório, não sendo possível em habeas corpus. Em face disso, não se reconheceu constrangimento ilegal que justificasse a concessão da ordem, e, por fim, o habeas corpus...
Court Disposition
não conheço do presente habeas corpus
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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