AREsp 2359536 - DECISAO

AREsp 2359536 - DECISAO

No caso de Edilberto, o agravo não foi conhecido por ausência de indicação clara dos dispositivos de lei federal alegadamente violados, aplicando-se a Súmula 284/STF. No caso de Rodrigo, conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque eventual reforma exigiria revolver o conjunto fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ; além disso, as instâncias ordinárias concluíram pela suficiência de provas (depoimentos e mensagens de WhatsApp) para caracterizar o crime do art. 35 da Lei 11.343/2006.

Parties
Recorrente: Edilberto Alves de Menezes; Recorrente: Rodrigo dos Santos Fraga; Denunciante: Ministério Público do Estado de Sergipe
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
11 March 2024
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça
Outcome
Não conheço do agravo em recurso especial de Edilberto Alves Menezes; conheço do agravo e não conheço do recurso especial de Rodrigo dos Santos Fraga.
Legal Topics
Tráfico De Drogas (lei Nº 11.343/2006, Arts. 33 E 35), Associação Para O Tráfico (art. 35, Lei Nº 11.343/2006), Súmula 7/stj, Súmula 284/stf, Uso De Mensagens De Celular/whats App Como Prova, Desclassificação Para Art. 28 Da Lei 11.343/2006, Tráfico Privilegiado, Nulidade Por Deficiência De Fundamentação

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Authorities cited 7 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

Edilberto Alves de Menezes

Recorrente

Rodrigo dos Santos Fraga

Recorrente

Ministério Público do Estado de Sergipe

Denunciante

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça

  1. 1 Conhecimento/inadmissibilidade do agravo e do recurso especial
  2. 2 Aplicação da Súmula 284/STF por deficiência na indicação do dispositivo legal
  3. 3 Aplicação da Súmula 7/STJ em razão da impossibilidade de revolver o conjunto fático-probatório

Ratio Decidendi

No caso de Edilberto, o agravo não foi conhecido por ausência de indicação clara dos dispositivos de lei federal alegadamente violados, aplicando-se a Súmula 284/STF. No caso de Rodrigo, conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque eventual reforma exigiria revolver o conjunto fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ; além disso, as instâncias ordinárias concluíram pela suficiência de provas (depoimentos e mensagens de WhatsApp) para caracterizar o crime do art. 35 da Lei 11.343/2006.

Court Disposition

Não conheço do agravo em recurso especial de Edilberto Alves Menezes; conheço do agravo e não conheço do recurso especial de Rodrigo dos Santos Fraga.

Orders

  • Publique-se.
  • Intimem-se.