HC 909491 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo regimental porque, sem necessidade de revolver profundamente o acervo probatório, constatou-se ausência de provas contundentes e de fundamentação idônea pelo Tribunal a quo para sustentar a condenação pelo art. 33 da Lei n. 11.343/2006, justificando a manutenção da decisão monocrática que, em juízo de retratação por ilegalidade flagrante, restabeleceu a sentença absolutória em atenção ao in dubio pro reo.
- Parties
- Agravante: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS; Agravada: YANCA EMILIA DE JESUS AVELAR
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 September 2024
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Habeas Corpus Substitutivo De Revisão Criminal / Acórdão Julgamento Em Turma (decisão Colegiada)
- Outcome
- Negou provimento ao agravo regimental.
- Legal Topics
- Tráfico De Entorpecentes, Habeas Corpus, Revisão Criminal, Ilegalidade Flagrante, In Dubio Pro Reo, Revaloração Jurídica Da Moldura Fática
Case Brief
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Parties
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS
Agravante
YANCA EMILIA DE JESUS AVELAR
Agravada
Procedural Posture
Agravo Regimental No Habeas Corpus Substitutivo De Revisão Criminal / Acórdão Julgamento Em Turma (decisão Colegiada)
Legal Issues
- 1 admissibilidade do habeas corpus substitutivo de revisão criminal
- 2 possibilidade de concessão da ordem ex officio em caso de ilegalidade flagrante
- 3 necessidade ou não de revolvimento fático-probatório para absolvição
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo regimental porque, sem necessidade de revolver profundamente o acervo probatório, constatou-se ausência de provas contundentes e de fundamentação idônea pelo Tribunal a quo para sustentar a condenação pelo art. 33 da Lei n. 11.343/2006, justificando a manutenção da decisão monocrática que, em juízo de retratação por ilegalidade flagrante, restabeleceu a sentença absolutória em atenção ao in dubio pro reo.
Court Disposition
Negou provimento ao agravo regimental.
Orders
- Negado provimento ao agravo regimental.
- Mantida a decisão monocrática que concedeu habeas corpus de ofício, restabelecendo a sentença absolutória em favor de YANCA EMILIA DE JESUS AVELAR quanto ao crime previsto no art. 33, caput, da Lei n. 11.343/2006.
Full Case Text
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