HC 956662 - DECISAO
O pedido de revogação da prisão domiciliar e do monitoramento eletrônico foi denegado porque o Tribunal verificou que a prisão preventiva já havia sido substituída por prisão domiciliar pelo Tribunal de origem em 12/5/2020 em razão da paciente ser genitora de dois menores, que não houve desídia ou morosidade do Judiciário no processamento dos recursos, e porque não existe restrição legal ao tempo de duração das medidas cautelares diversas da prisão enquanto presentes os requisitos do art. 282 do CPP; além disso, o STJ não tem competência para apreciar o alegado excesso de prazo do agravo regimental conforme o art. 102, I, i, da Constituição Federal.
- Parties
- Paciente: LAURA RAYANE SOUZA DE OLIVEIRA; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 07 February 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- ordem denegada
- Legal Topics
- Tráfico De Entorpecentes, Associação Para O Tráfico, Prisão Preventiva, Prisão Domiciliar, Tornozeleira Eletrônica, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Prescrição Intercorrente
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
LAURA RAYANE SOUZA DE OLIVEIRA
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 alegado excesso de prazo na medida cautelar de prisão domiciliar com monitoramento eletrônico
- 2 substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar
- 3 duração das medidas cautelares diversas da prisão
Ratio Decidendi
O pedido de revogação da prisão domiciliar e do monitoramento eletrônico foi denegado porque o Tribunal verificou que a prisão preventiva já havia sido substituída por prisão domiciliar pelo Tribunal de origem em 12/5/2020 em razão da paciente ser genitora de dois menores, que não houve desídia ou morosidade do Judiciário no processamento dos recursos, e porque não existe restrição legal ao tempo de duração das medidas cautelares diversas da prisão enquanto presentes os requisitos do art. 282 do CPP; além disso, o STJ não tem competência para apreciar o alegado excesso de prazo do agravo regimental conforme o art. 102, I, i, da Constituição Federal.
Court Disposition
ordem denegada
Orders
- Denegar a ordem de habeas corpus
- Publique-se
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment