REsp 2085763 - DECISAO
O acórdão recorrido foi confirmado por entender o STJ que o ingresso domiciliar foi lícito diante de denúncias anônimas, campana e visualização, pela janela, de petrechos utilizados no fracionamento e embalagem de drogas, caracterizando situação de flagrante; e que a negativa do redutor do art. 33, § 4º foi fundamentada em elementos objetivos que indicam dedicação à atividade criminosa (variedade de substâncias, utensílios para fracionamento, caderno de anotações), de modo que a revisão exigiria reexame probatório vedado (Súmula 7/STJ). A alegação sobre regime não foi conhecida por ausência de prequestionamento (Súmula 211/STJ).
- Parties
- Recorrente: JOÃO PEDRO DE FREITAS; Recorrido: Ministério Público do Estado do Paraná
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 September 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Legal Topics
- Tráfico De Entorpecentes, Ingresso Forçado Em Domicílio, Tráfico Privilegiado (art. 33, § 4º, Lei 11.343/06), Nulidade Da Prova, Regime Inicial De Cumprimento De Pena, Súmula 7/stj, Tema Repetitivo Nº 1.154
Case Brief
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Parties
JOÃO PEDRO DE FREITAS
Recorrente
Ministério Público do Estado do Paraná
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 legalidade do ingresso forçado em domicílio
- 2 incidência da causa de diminuição de pena do art. 33, § 4º, da Lei 11.343/06
- 3 nulidade da prova por ausência de justa causa
Ratio Decidendi
O acórdão recorrido foi confirmado por entender o STJ que o ingresso domiciliar foi lícito diante de denúncias anônimas, campana e visualização, pela janela, de petrechos utilizados no fracionamento e embalagem de drogas, caracterizando situação de flagrante; e que a negativa do redutor do art. 33, § 4º foi fundamentada em elementos objetivos que indicam dedicação à atividade criminosa (variedade de substâncias, utensílios para fracionamento, caderno de anotações), de modo que a revisão exigiria reexame probatório vedado (Súmula 7/STJ). A alegação sobre regime não foi conhecida por ausência de prequestionamento (Súmula 211/STJ).
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