AREsp 1796907 - DECISAO

AREsp 1796907 - DECISAO

O agravo em recurso especial foi julgado prejudicado porque a matéria impugnada foi apreciada no Habeas Corpus n. 538.776/SP. No HC, concluiu-se que não há nulidade nem prejuízo decorrente do alegado acesso ao celular, pois a paciente teria autorizado os policiais e não se extraiu prova útil do aparelho; aplicou-se o princípio de que nulidades processuais só se reconhecem se houver prejuízo efetivo. Ademais, verificou-se que, diante da reprimenda fixada (8 anos) e de circunstâncias judiciais favoráveis, o regime inicial adequado é o semiaberto, razão pela qual a ordem foi parcialmente concedida para fixar o regime semiaberto, tornando prejudicial o agravo que impugnava tais pontos.

Parties
Agravante / Paciente / Ré: JUCILENE DOS SANTOS OLIVEIRA; Co Réu / Condenado: LEANDRO DIAS PEREIRA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
19 February 2021
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial (sub Judice De Habeas Corpus) / Prejudicado (apreciado No HC N. 538.776/sp)
Outcome
Agravo em recurso especial prejudicado.
Legal Topics
Tráfico De Entorpecentes, Associação Para O Tráfico, Nulidade De Prova, Sigilo Telefônico E De Dados, Regime Inicial De Cumprimento De Pena, Habeas Corpus

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Authorities cited 16 Party arguments 2 Amounts and remedies 10
Sign in to unlock

Parties

JUCILENE DOS SANTOS OLIVEIRA

Agravante / Paciente / Ré

LEANDRO DIAS PEREIRA

Co Réu / Condenado

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial (sub Judice De Habeas Corpus) / Prejudicado (apreciado No HC N. 538.776/sp)

  1. 1 ilegalidade do acesso ao conteúdo do celular e nulidade das provas (frutos da árvore envenenada)
  2. 2 fixação do regime inicial fechado versus semiaberto
  3. 3 possibilidade de concessão de prisão domiciliar

Ratio Decidendi

O agravo em recurso especial foi julgado prejudicado porque a matéria impugnada foi apreciada no Habeas Corpus n. 538.776/SP. No HC, concluiu-se que não há nulidade nem prejuízo decorrente do alegado acesso ao celular, pois a paciente teria autorizado os policiais e não se extraiu prova útil do aparelho; aplicou-se o princípio de que nulidades processuais só se reconhecem se houver prejuízo efetivo. Ademais, verificou-se que, diante da reprimenda fixada (8 anos) e de circunstâncias judiciais favoráveis, o regime inicial adequado é o semiaberto, razão pela qual a ordem foi parcialmente concedida para fixar o regime semiaberto, tornando prejudicial o agravo que impugnava tais pontos.

Court Disposition

Agravo em recurso especial prejudicado.

Orders

  • Agravo em recurso especial julgado prejudicado.
  • No HC n. 538.776/SP, concedida parcialmente a ordem para fixar o regime semiaberto para o início do cumprimento da reprimenda da paciente.