HC 909355 - DECISAO
Habeas corpus denegado porque, à luz dos elementos constantes dos autos, houve fundadas razões para o ingresso policial no imóvel (denúncia de violência doméstica, portão aberto e odor forte de maconha), o tráfico é crime permanente autorizando entrada em situação de flagrante, as provas e indícios de autoria e materialidade (grande quantidade de droga, balança, embalagens e dinheiro) foram suficientes para conversão da prisão em flagrante em preventiva, e a preventiva se justificou pela garantia da ordem pública e risco de reiteração delitiva, não se demonstrando constrangimento ilegal patente que autorizasse o trancamento da ação penal.
- Parties
- Paciente: LUCAS ARTUR DE ALMEIDA DOS SANTOS; Co Réu: GUSTAVO RODRIGUES SANTANA; Co Réu: ANDERSON ALVES BEZERRA; Órgão Ministerial: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 May 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Habeas Corpus Ordem Denegada (decisão Denegatória)
- Legal Topics
- Tráfico De Entorpecentes, Prisão Em Flagrante, Conversão Em Prisão Preventiva, Invasão De Domicílio, Provas Ilícitas, Crimes Permanentes, Flagrante
Case Brief
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Parties
LUCAS ARTUR DE ALMEIDA DOS SANTOS
Paciente
GUSTAVO RODRIGUES SANTANA
Co Réu
ANDERSON ALVES BEZERRA
Co Réu
Ministério Público Federal
Órgão Ministerial
Procedural Posture
Habeas Corpus / Habeas Corpus Ordem Denegada (decisão Denegatória)
Legal Issues
- 1 ilegalidade da busca e apreensão sem mandado judicial
- 2 conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva como novo título da segregação
- 3 fundadas razões (justa causa) para ingresso domiciliar
Ratio Decidendi
Habeas corpus denegado porque, à luz dos elementos constantes dos autos, houve fundadas razões para o ingresso policial no imóvel (denúncia de violência doméstica, portão aberto e odor forte de maconha), o tráfico é crime permanente autorizando entrada em situação de flagrante, as provas e indícios de autoria e materialidade (grande quantidade de droga, balança, embalagens e dinheiro) foram suficientes para conversão da prisão em flagrante em preventiva, e a preventiva se justificou pela garantia da ordem pública e risco de reiteração delitiva, não se demonstrando constrangimento ilegal patente que autorizasse o trancamento da ação penal.
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